sexta-feira, 30 de maio de 2014

Porém, todavia, contudo: advérbios conetivos


Porém, todavia, contudo são « (...) casos distintos da conjunção coordenativa adversativa mas, (...) atualmente classificados como advérbios conetivos. Contrariamente ao que se passa com a conjunção (mas) de valor idêntico, os advérbios conetivos contudo, porém e todavia podem ocorrer em várias posições na frase, como, por exemplo, entre o sujeito e o predicado ou no início da frase. Repare-se nos seguintes exemplos: 
«Estou constipado, mas vou trabalhar.»
*«Estou constipado, vou mas trabalhar.» (mas é uma conjunção)
«Estou constipado. Vou, porém, trabalhar.»/«Estou constipado. Porém, vou trabalhar.»
«Estou constipado. Vou, contudo, trabalhar.»/«Estou constipado. Contudo, vou trabalhar.»
«Está frio, mas o João fica na praia.»/*«Está frio. O João, mas, fica na praia.» (mas é uma conjunção)
«Está frio. Porém, o João fica na praia.»/«Está frio. O João, porém, fica na praia.» (porém é um advérbio conetivo)
«Está frio. O João [contudo] vestiu uns calções.» (contudo é um advérbio conectivo)
Verificamos, através dos exemplos citados, que o enunciado introduzido pela conjunção mas faz parte de uma frase complexa (em que existe mais do que um verbo principal ou copulativo), sendo classificada como oração coordenada adversativa («oração coordenada que transmite uma ideia de contraste face a um pressuposto expresso ou implícito na frase ou oração com que se combina» – DT).
Ora, não é essa a situação das frases em que ocorrem os advérbios conetivos contudo, porém e todavia, em que há um único verbo principal. Trata-se, portanto, de frases simples. Se se quiser ser mais preciso na classificação, poder-se-á explicitar que são casos de frases simples com valor de contraste.»

O mesmo sucede com "no entanto" e "entretanto" com valor adversativo.


In http://www.ciberduvidas.com/, consultado em 30/5/2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A influência da escolha da língua num teatro, ópera ou musical


Os musicais, óperas e as peças de teatro são sempre espetáculos memoráveis de se ver e de ouvir. No entanto, o espetáculo poderá tornar-se um verdadeiro desastre se o público não entender o que está a ser dito ou cantado, pelos atores, daí que a escolha da língua seja muito importante.

Para uma boa escolha da língua, esta deve ser feita consoante o país em que é exibida. Mas, pode ser exibida em vários países? Sim, nesse caso, existem  duas escolhas possíveis. Se o espetáculo exibido for uma peça, que ficou conhecido ao ser exibido num determinado local, a língua deve manter-se para que a magia do espetáculo seja preservada. Por outro lado, se o espetáculo for criado para ser exibido logo à partida por todo o mundo deverá ser escrito na língua universal da época (como por exemplo: o latim, na antiguidade e o inglês nos dias de hoje).

            A língua pode também pode ser escolhida em relação ao universo a que se pretende atingir, ou seja, se a peça é apenas direcionada para o público de um determinado país, a língua pode e deve, evidentemente, ser desse mesmo país. Por oposição, se o autor quer escrever para ser representado, primeiramente, no seu país, mas tem a ambição de que esta seja representada por todo o mundo, terá de criar uma versão na língua do país onde irá começar e uma versão na língua universal da época. Por outro lado, poderá também criar apenas uma versão na língua universal de forma a facilitar a sua internacionalização. Quando se trata de uma ópera é importante manter a língua base, pois a métrica das palavras tem de coincidir com a música escrita na época, nos outros casos, teatros, teatros de revista e outros, deve-se manter uma língua original.

            O público-alvo é um dos fatores que influencia a escolha da língua, pois até agora só foram abordados os aspetos anteriores, pensando numa audiência com idades entre 20 e os 55 anos, que respeita a um estrato da sociedade com conhecimentos ao nível das línguas. Quando falamos de crianças com menos de 10 anos, estamos a “atingir” um público que tem poucos conhecimentos ao nível das línguas estrangeiras, a língua tem de ser a sua língua materna e com um vocabulário simples. Como irão estes espetáculos tornar-se internacionais? Para que isso seja possível, é necessária a tradução do texto, mas mantendo a mensagem que se quer passar. E isso não se pode realizar nas outras obras porquê? Nas outras obras o vocabulário é mais elaborado e muitas vezes contém expressões típicas de cada país e, ao tentarmos traduzir muitas destas palavras e expressões, muda-se o seu significado. No caso das óperas e musicais, quando estes são elaborados altera-se também a música, perdendo assim a magia.

            Quando escrevemos uma obra temos sempre de pensar em várias coisas, como o público-alvo e o universo que se pretende “atingir”, para que a obra não seja uma “fachada” ou uma “seca”, pois as pessoas podem não perceber as palavras, uma vez que nas óperas, teatros e musicais não existem legendas nem discos auditivos com as traduções, logo a língua desempenha um fator muito importante.
 
Teresa

N.B. O tema da composição não foi o inicialmente proposto.
 

Porque Joana


Porque os outros têm cabelo liso mas tu não

Porque os teus caracóis me fazem lembrar

As ondas do mar

Porque a tua pele é como uma estrela, mas mais brilhante

 

Porque tens sorriso calmo

E alegre, com gargalhadas que amo

Porque és perfeita, mas eu não

terça-feira, 27 de maio de 2014

"A galinha", segundo o 9ºC


Guião

Cena 1

(Feira. Mãe, Tia, Vendedora, Tio, Pai, Figurantes)

MÃE (olhando para uma galinha de barro)

- Olha que galinha engraçada!

- Quanto custa?

VENDEDORA

- Vinte mil réis.

MÃE

- Dou-lhe, no máximo, dez mil réis.

VENDEDORA

- Não, senhora!

- Olhe que é uma galinha muito boa, feita à mão!

MÃE

- Doze mil!

VENDEDORA

- Pronto, doze mil e duzentos e não se fala mais nisso!

(A mãe paga a galinha. A tia aproxima-se, mas a vendedora não se apercebe de que há um laço de parentesco entre elas)

TIA

- Quanto custa a galinha?

VENDEDORA

- Vinte mil réis.

TIA (aos berros, atraindo as atenções de todos os compradores das imediações)

- Eu não ando aqui a roubar carteiras!!!

VENDEDORA

- Pronto, acalme-se! Quinze mil…?

TIA

- É que nem pensar! Só pode estar a brincar.

VENDEDORA

- Pronto, doze mil e é para perder dinheiro…

TIA

- Olhe que ali na Mira é mais barato!

VENDEDORA

- Dez. É a minha última palavra.

TIA

- Eu só trago sete mil e quinhentos comigo, é pegar ou largar!

VENDEDORA (desistindo)

- Pronto, fique lá com a galinha, mas não diga a ninguém que lhe fiz este preço.

MÃE (indignada)

- Então “bocê” vende-lhe a ela por sete mil e quinhentos, e a mim por doze mil e quinhentos?!

VENDEDORA (atrapalhada)

- Oh, oh, oh minha senhora… Foi por ser a última…

TIA

- Pois foi. Então tu não vês que esta galinha é diferente?

MÃE

- Diferente em quê?

TIA (subindo o tom de voz)

- Então não se vê que é diferente? Que a tua tem o bico mais perfeito? E o rabo? Isto é lá rabo que se compare?...

MÃE (ironicamente)

- Mas se gostas mais desta, leva-a, mulher.
(...)

domingo, 25 de maio de 2014

O verbo "medir"

A forma correta é meço.
É a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo medir.
Messo
é a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo messar, que significa «tirar a cortiça».


(In http://www.ciberduvidas)

"Dispender" ou "despender"?

Qual a frase correta?

a) Não posso dispender muito tempo com esse assunto.
 
b) Não posso despender muito tempo com esse assunto.
 
A frase correta é a b). 
O verbo despender (que significa “gastar”, “empregar”, “desembolsar”) escreve-se com “e” e não com “i”.
Mas atenção que dispêndio (gasto, despesa) e dispendioso escrevem-se com "i".

Exemplos:
- Para consertar o carro teria de despender muito dinheiro.
- O conserto do carro é muito dispendioso.
- Consertar o carro exigiria um grande dispêndio de tempo e de dinheiro.

Porque... para sempre


Porque não está quando deve estar

Porque não fala quando devia falar

E quando fala - porque é que não acerta nas palavras?

Porque nos põe a rir ou a chorar

Porque faz parte dos bons e dos maus momentos

Então... porque não durar para sempre?

Marta I
(texto editado)

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Porque + igual

Porque eles te evitam, mas o teu sangue é igual ao deles,
Porque eles são perfeitos e daí tu teres vergonha de ti,
Porque tu és diferente, mas o teu sangue é igual ao deles.
Porque eles te julgam e maltratam,

Porque eles não sabem, mas o teu sangue é igual ao deles.

Arnaldo

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Porque sim mas não


Porque estás mas não estás

Porque andas sem olhar para trás

Porque amas mas não sentes.

 

Porque vês sem olhar

E olhas sem ver

Porque sim mas não.

Marta

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Resolução da ficha de trabalho

a. opuseram-se; se opuseram (o "se" não devia estar lá, obviamente), intervieram; obtiveram
b. reouvéssemos; tínhamos/teríamos (ou: reouvermos; teremos)
c. insira; omiti; esqueci-me; perdi; anotei; se costuma; perco
d. suspendeu; se afeiçoou; renovou-o (ou: tinha suspendido/ se tinha afeiçoado)
e. damos; preferimos; deem; preferem
f. Dá-me; Dá-mas, deres; traga
g. creio; cabemos; cabe; caibo; enjoo; caiba
h. trouxe (trago); trará/traz (faltava "outra"...); trouxe; trará; se lembrar
i. pude (podia); posso; queiras; pomos; põe

domingo, 18 de maio de 2014

Porque... mais alto

Porque tu és homem mas buscas mais além.
Porque pensas mais alto.
Porque amas mais forte mas uma vida não chega.
Porque queres a terra e a lua em conjunto.
Porque somos um mas vivemos numa multidão.

Maria

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Porque... a perfeição


Porque os outros desistem, mas tu não

Porque os outros reinam pela falsidade,

E tu defendes a lealdade,

Difícil de acreditar que é verdade.

 

Porque tu rasas a perfeição…
 
Pedro F

quarta-feira, 14 de maio de 2014

5º teste de avaliação

O quinto teste terá a ver com


  • o texto lírico
  • o texto narrativo em prosa
 Nota importante: no último teste do terceiro período - por maioria de razões - pode sair tudo.




Dadas as unidades em estudo, porém, é absolutamente certo que serão questionados acerca de


  •  recursos expressivos
  • campo semântico/lexical
  • polissemia
  • categorias da narrativa
Do ponto gramatical, são "fatais como o destino"


  • os tempos e modos verbais
  • os pronomes pessoais em adjacência verbal 
  • as funções sintáticas
  • a frase complexa
Devem reler o caderno e as páginas 33-39; 236-266 do manual e ler/ver as dúvidas de português que publiquei neste blogue na semana passada.
 
  •   O Bloco de notas (pp. 78-79 e 268-269) é para d-e-c-o-r-a-r
Do caderno de atividades, devem fazer os exercícios que restam.




Ah... e por favor NÃO sigam o exemplo de Jeremy. Concentração num ambiente tranquilo é aquilo de que precisam.





In http://3.bp.blogspot.com/

Porque tu és negro


Porque ele é claro mas tu não
Porque ele brilha à luz do sol e tu apodreces na escuridão
Porque ele nasce rei mas tu não
Porque ele fica vermelho, pálido e até roxo

Porque ele é branco mas tu não

Alessio

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Porque nasci primavera


Porque a outra se despe mas tu não

Porque a outra se cobre de frio

Para mostrar quão frágil é a vida feita de pavio

Porque a outra se incendeia de fogo mas tu não.




Porque tu és cheiro e cor

E trazes no teu regaço a nova esperança

Porque nasceste primavera mas elas não.



Filipa




Empregos de sonho, uma falácia

A meu ver, cada pessoa deve sentir-se bem e feliz com a sua profissão.
Penso que se uma pessoa gostar daquilo que faz e se empenhar no seu trabalho/emprego, não vai achar o seu emprego cansativo e deprimente. Veem-se algumas pessoas a queixar-se, “Ai que vou trabalhar!”, “Ai que estou cansado!”, “ Ai que vai ser mais um dia esgotante”; estas pessoas não devem ter feito a escolha acertada, ou não tiveram possibilidades de optar ou, ainda, foram “obrigadas” a aceitar aquele trabalho.
Acho que se gostar do meu emprego não lhe vou chamar “trabalho”. Pelo contrário, vou ser feliz e estar contente com os resultados.
Quando uma pessoa se sente assim, satisfeita, é porque escolheu a opção certa na sua vida.
Apesar da importância da escolha profissional, considero que ter um bom ambiente no trabalho ajuda as pessoas a gostarem do que fazem.
Realmente a escolha de uma profissão é difícil, mas podemos não conseguir logo à primeira um emprego de sonho ou algo de que gostamos. E, se não conseguirmos, ficamos com uma experiência para a vida.
 Maria

sexta-feira, 9 de maio de 2014

"Porque" ou "por que"?

Enquanto advérbio interrogativo, a forma correta é porque: Porque viajaste?

Numa frase declarativa, como por exemplo Eu disse-lhe por que viajei a forma correta é por que, pois está implícito a palavra motivo ou razão: Eu disse-lhe por que (motivo/razão/etc.) viajei.

Como conjunção, a forma correta é porque: Porque viajaste? Viajei porque queria conhecer novas culturas.

"De mais" ou "demais"?

As duas formas são corretas.
De mais é uma locução adverbial que significa «excessivamente» e «quantidade excessiva; muito; demasiado»:
    Ser bom de mais.
    Comemos de mais.
Para além disso, pode ser também a preposição de seguida do advérbio mais:
    Ele falou de mais dois assuntos.Demais é um advérbio que significa «além disso»:
    Decidi não ir ver o filme; demais, as críticas era fracas.
Como pronome, significa «outros, outras; restantes»:
    Os demais sentaram-se sem fazer barulho.

"Apesar de a" ou "apesar da"?

apesar da janela estar fechada, está frio ou apesar de a janela estar fechada, está frio?
Nesta frase, a construção correta é apesar de a.
Quando a seguir à locução apesar de se encontra uma forma verbal no infinitivo, não se faz a sua contração com o artigo:
Apesar de a janela estar fechada.
Quando a locução apesar de não está seguida dessa forma verbal, a contração já ocorre:
Apesar da chuva, não fechámos a janela.


"Absti-me" ou abstive-me"?

A forma verbal correta é abstive-me.
O verbo abster conjuga-se como o verbo ter. Assim sendo, tal como se diz eu tive, no pretérito perfeito do indicativo, também se deve dizer eu abstive-me.

"Há" ou "à"?

a – artigo definido singular no feminino
O artigo geralmente acompanha o nome, com o qual concorda em género e número: 
    a casa
    a amizade
    as casas
    as amizades

à – preposição a + artigo definido a; 
     preposição a + pronome demonstrativo a ou aquela
O acento grave [`] indica que houve uma crase, isto é, que se deu a contração ou fusão entre duas vogais iguais numa só. 
Neste caso, o a que é proposição e o a que é artigo:
    Vou à casa do meu amigo. [a + a casa]
Nesta construção, o a que é preposição e o aquela que é pronome demonstrativo:
    Fui àquela loja comprar algo. [a + aquela]

"A fim de" ou "afim de"?

a fim de ou afim de?
A forma correta é a fim de.
A fim de é uma locução prepositiva que significa «com o objetivo de»:
    A fim de proteger dados pessoais.
Afim é um adjetivo que significa «com afinidade; semelhante; próximo»:
    É um caso afim.


Se não ou senão

vou à praia, se não chover ou vou à praia, senão chover?
A forma correta é se não e significa «no caso de não». É constituída pela conjunção condicional se e pelo advérbio de negação não:
   
Se não chover.

Senão 
utiliza-se essencialmente como conjunção, com o significado de «caso contrário; de outro modo»:

Diz-me o que queres senão não posso ajudar


"Chega-se" ou "chegasse"?


Para ver o vídeo, cliquem em.

"Caibo" ou "cabo"?

As duas formas são corretas.
De mais é uma locução adverbial que significa «excessivamente» e «quantidade excessiva; muito; demasiado»:
    Ser bom de mais.
    Comemos de mais.
Para além disso, pode ser também a preposição de seguida do advérbio mais:
    Ele falou de mais dois assuntos.Demais é um advérbio que significa «além disso»:
    Decidi não ir ver o filme; demais, as críticas era fracas.
Como pronome, significa «outros, outras; restantes»:
    Os demais sentaram-se sem fazer barulho.

O famoso verbo "intervir"

Cliquem em para perceber como se conjuga um verbo que é um "valor seguro" para o teste.

"Havia" ou "haviam"?

Cliquem em para ver o vídeo.

A força em pessoa


Porque

Porque os outros me magoam, mas tu não

Porque os outros se cobrem de máscaras, mas tu não

Porque os outros são fracos

E não aguentam a pressão da vida

Porque tu és a minha heroína, mas os outros não.


 

Dedicatória: para a força em pessoa – minha mãe.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Porque (cada dia mais)

Porque às vezes és chatinho mas eu gosto de te aturar
Porque me escondes as coisas todas mas eu gosto de andar contigo a procurar
Porque nem sempre estou nos melhores dias mas mesmo assim gosto de brincar contigo
Porque gostava de ser filha única
E ter todas as atenções para mim, mas gosto muito mais de as partilhar contigo
Porque dantes gostava de ti, mas cada dia que passa ainda gosto mais!
 
Adriana

terça-feira, 6 de maio de 2014

Marianafórica

Porque fazes aquilo que eu não faço, mas és tu.
Porque viver a vida como tu é magnífico.
Porque fazes da possibilidade uma realidade, mas és tu.
Porque és meu pai e eu adoro-te.

Porque não vais abaixo
E arriscas por aquilo que gostas.
Porque fazes da possibilidade uma realidade, mas és tu.

Mariana

Porque

Porque tu estás sempre do meu lado mas os outros não
Porque é compreensiva e tens muita paciência para me aturar  
Porque me ensinas a viver mas os outros não se preocupam com isso
Porque me mostras o caminho que eu tenho de seguir
E mesmo se ficar chateada contigo, gosto muito de ti
Porque és a minha mãe mas os outros não
 
Anasatasiia

É preciso trabalhar

Hoje em dia, muitas pessoas são pressionadas a escolher uma profissão pela vontade de outras ou pela média escolar.
Na minha opinião, as pessoas não se devem deixar influenciar pelos outros na escolha da profissão. Por exemplo, se uma pessoa gostasse de trabalhar na agricultura e fosse pressionada a trabalhar na indústria, isto iria causar vários problemas. Imaginemos que essa pessoa ia trabalhar para a fábrica, mas não gostava de trabalhar lá. Isto iria afetar gravemente o seu rendimento. Por exemplo, em vez de produzir cem camisolas ao fim do dia, produziria cinquenta. Depois, existe outro problema relacionado com a felicidade. Se eu não estiver contente com o trabalho que faço, a vida tornar-se-á mais aborrecida. No entanto, há certas profissões que têm mais oportunidades de emprego. Logo, desde pequenos devemos ter noção de que, para arranjar um trabalho, é preciso também trabalhar, que é o que falta nas pessoas hoje em dia. Há certos jovens que chegam ao secundário e veem que não têm resultados suficientes na escola para exercer o trabalho que pretendem.

Portanto, antes de escolher a profissão, temos de refletir, se iremos ser felizes ou não com esta.

Pedro Francisco

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Apologia do diálogo


Atualmente, os mais jovens tendem a querer ser cada vez mais independentes. No entanto, a opinião e ajuda de alguém mais velho ou com mais experiência de vida é, indiscutivelmente, fundamental na vida dos mais novos.

Sou apologista do diálogo e, como tal, penso que cada jovem deveria conversar e falar dos seus problemas/dúvidas com alguém mais velho, que não tem de ser, propriamente, o pai ou a mãe, nem mesmo alguém da família. O mais importante é todos ficarem esclarecidos acerca dos obstáculos da vida.

Dando um simples exemplo, um jovem que tenha de decidir o curso que terá de seguir no ensino secundário ou no ensino universitário, deve pedir, na minha opinião, conselhos a um adulto. No meu caso, que tenho de escolher o que seguir no secundário, estou a ouvir conselhos e histórias de vida de várias pessoas, principalmente daquelas que seguiram música. Posso afirmar que tem sido uma grande ajuda para a decisão que tenho de tomar.

Não só para as decisões que temos de tomar, mas também para as dúvidas e problemas de qualquer assunto, devemos expô-los e não ter medo de falar. Existem, por exemplo, vários casos de jovens que sofriam, ou na escola, ou em casa, por qualquer razão, e que puderam “ser salvas” pelo diálogo.

Um conselho? Falem. Falem com alguém da vossa confiança sobre os assuntos “que não vos deixam dormir” e verão que os vossos problemas se solucionarão mais rapidamente.

Sara