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quinta-feira, 29 de maio de 2014

A influência da escolha da língua num teatro, ópera ou musical


Os musicais, óperas e as peças de teatro são sempre espetáculos memoráveis de se ver e de ouvir. No entanto, o espetáculo poderá tornar-se um verdadeiro desastre se o público não entender o que está a ser dito ou cantado, pelos atores, daí que a escolha da língua seja muito importante.

Para uma boa escolha da língua, esta deve ser feita consoante o país em que é exibida. Mas, pode ser exibida em vários países? Sim, nesse caso, existem  duas escolhas possíveis. Se o espetáculo exibido for uma peça, que ficou conhecido ao ser exibido num determinado local, a língua deve manter-se para que a magia do espetáculo seja preservada. Por outro lado, se o espetáculo for criado para ser exibido logo à partida por todo o mundo deverá ser escrito na língua universal da época (como por exemplo: o latim, na antiguidade e o inglês nos dias de hoje).

            A língua pode também pode ser escolhida em relação ao universo a que se pretende atingir, ou seja, se a peça é apenas direcionada para o público de um determinado país, a língua pode e deve, evidentemente, ser desse mesmo país. Por oposição, se o autor quer escrever para ser representado, primeiramente, no seu país, mas tem a ambição de que esta seja representada por todo o mundo, terá de criar uma versão na língua do país onde irá começar e uma versão na língua universal da época. Por outro lado, poderá também criar apenas uma versão na língua universal de forma a facilitar a sua internacionalização. Quando se trata de uma ópera é importante manter a língua base, pois a métrica das palavras tem de coincidir com a música escrita na época, nos outros casos, teatros, teatros de revista e outros, deve-se manter uma língua original.

            O público-alvo é um dos fatores que influencia a escolha da língua, pois até agora só foram abordados os aspetos anteriores, pensando numa audiência com idades entre 20 e os 55 anos, que respeita a um estrato da sociedade com conhecimentos ao nível das línguas. Quando falamos de crianças com menos de 10 anos, estamos a “atingir” um público que tem poucos conhecimentos ao nível das línguas estrangeiras, a língua tem de ser a sua língua materna e com um vocabulário simples. Como irão estes espetáculos tornar-se internacionais? Para que isso seja possível, é necessária a tradução do texto, mas mantendo a mensagem que se quer passar. E isso não se pode realizar nas outras obras porquê? Nas outras obras o vocabulário é mais elaborado e muitas vezes contém expressões típicas de cada país e, ao tentarmos traduzir muitas destas palavras e expressões, muda-se o seu significado. No caso das óperas e musicais, quando estes são elaborados altera-se também a música, perdendo assim a magia.

            Quando escrevemos uma obra temos sempre de pensar em várias coisas, como o público-alvo e o universo que se pretende “atingir”, para que a obra não seja uma “fachada” ou uma “seca”, pois as pessoas podem não perceber as palavras, uma vez que nas óperas, teatros e musicais não existem legendas nem discos auditivos com as traduções, logo a língua desempenha um fator muito importante.
 
Teresa

N.B. O tema da composição não foi o inicialmente proposto.
 

Porque Joana


Porque os outros têm cabelo liso mas tu não

Porque os teus caracóis me fazem lembrar

As ondas do mar

Porque a tua pele é como uma estrela, mas mais brilhante

 

Porque tens sorriso calmo

E alegre, com gargalhadas que amo

Porque és perfeita, mas eu não

terça-feira, 27 de maio de 2014

"A galinha", segundo o 9ºC


Guião

Cena 1

(Feira. Mãe, Tia, Vendedora, Tio, Pai, Figurantes)

MÃE (olhando para uma galinha de barro)

- Olha que galinha engraçada!

- Quanto custa?

VENDEDORA

- Vinte mil réis.

MÃE

- Dou-lhe, no máximo, dez mil réis.

VENDEDORA

- Não, senhora!

- Olhe que é uma galinha muito boa, feita à mão!

MÃE

- Doze mil!

VENDEDORA

- Pronto, doze mil e duzentos e não se fala mais nisso!

(A mãe paga a galinha. A tia aproxima-se, mas a vendedora não se apercebe de que há um laço de parentesco entre elas)

TIA

- Quanto custa a galinha?

VENDEDORA

- Vinte mil réis.

TIA (aos berros, atraindo as atenções de todos os compradores das imediações)

- Eu não ando aqui a roubar carteiras!!!

VENDEDORA

- Pronto, acalme-se! Quinze mil…?

TIA

- É que nem pensar! Só pode estar a brincar.

VENDEDORA

- Pronto, doze mil e é para perder dinheiro…

TIA

- Olhe que ali na Mira é mais barato!

VENDEDORA

- Dez. É a minha última palavra.

TIA

- Eu só trago sete mil e quinhentos comigo, é pegar ou largar!

VENDEDORA (desistindo)

- Pronto, fique lá com a galinha, mas não diga a ninguém que lhe fiz este preço.

MÃE (indignada)

- Então “bocê” vende-lhe a ela por sete mil e quinhentos, e a mim por doze mil e quinhentos?!

VENDEDORA (atrapalhada)

- Oh, oh, oh minha senhora… Foi por ser a última…

TIA

- Pois foi. Então tu não vês que esta galinha é diferente?

MÃE

- Diferente em quê?

TIA (subindo o tom de voz)

- Então não se vê que é diferente? Que a tua tem o bico mais perfeito? E o rabo? Isto é lá rabo que se compare?...

MÃE (ironicamente)

- Mas se gostas mais desta, leva-a, mulher.
(...)

domingo, 25 de maio de 2014

Porque... para sempre


Porque não está quando deve estar

Porque não fala quando devia falar

E quando fala - porque é que não acerta nas palavras?

Porque nos põe a rir ou a chorar

Porque faz parte dos bons e dos maus momentos

Então... porque não durar para sempre?

Marta I
(texto editado)

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Porque + igual

Porque eles te evitam, mas o teu sangue é igual ao deles,
Porque eles são perfeitos e daí tu teres vergonha de ti,
Porque tu és diferente, mas o teu sangue é igual ao deles.
Porque eles te julgam e maltratam,

Porque eles não sabem, mas o teu sangue é igual ao deles.

Arnaldo

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Porque sim mas não


Porque estás mas não estás

Porque andas sem olhar para trás

Porque amas mas não sentes.

 

Porque vês sem olhar

E olhas sem ver

Porque sim mas não.

Marta

domingo, 18 de maio de 2014

Porque... mais alto

Porque tu és homem mas buscas mais além.
Porque pensas mais alto.
Porque amas mais forte mas uma vida não chega.
Porque queres a terra e a lua em conjunto.
Porque somos um mas vivemos numa multidão.

Maria

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Porque... a perfeição


Porque os outros desistem, mas tu não

Porque os outros reinam pela falsidade,

E tu defendes a lealdade,

Difícil de acreditar que é verdade.

 

Porque tu rasas a perfeição…
 
Pedro F

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Porque tu és negro


Porque ele é claro mas tu não
Porque ele brilha à luz do sol e tu apodreces na escuridão
Porque ele nasce rei mas tu não
Porque ele fica vermelho, pálido e até roxo

Porque ele é branco mas tu não

Alessio

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Empregos de sonho, uma falácia

A meu ver, cada pessoa deve sentir-se bem e feliz com a sua profissão.
Penso que se uma pessoa gostar daquilo que faz e se empenhar no seu trabalho/emprego, não vai achar o seu emprego cansativo e deprimente. Veem-se algumas pessoas a queixar-se, “Ai que vou trabalhar!”, “Ai que estou cansado!”, “ Ai que vai ser mais um dia esgotante”; estas pessoas não devem ter feito a escolha acertada, ou não tiveram possibilidades de optar ou, ainda, foram “obrigadas” a aceitar aquele trabalho.
Acho que se gostar do meu emprego não lhe vou chamar “trabalho”. Pelo contrário, vou ser feliz e estar contente com os resultados.
Quando uma pessoa se sente assim, satisfeita, é porque escolheu a opção certa na sua vida.
Apesar da importância da escolha profissional, considero que ter um bom ambiente no trabalho ajuda as pessoas a gostarem do que fazem.
Realmente a escolha de uma profissão é difícil, mas podemos não conseguir logo à primeira um emprego de sonho ou algo de que gostamos. E, se não conseguirmos, ficamos com uma experiência para a vida.
 Maria

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A força em pessoa


Porque

Porque os outros me magoam, mas tu não

Porque os outros se cobrem de máscaras, mas tu não

Porque os outros são fracos

E não aguentam a pressão da vida

Porque tu és a minha heroína, mas os outros não.


 

Dedicatória: para a força em pessoa – minha mãe.

terça-feira, 6 de maio de 2014

É preciso trabalhar

Hoje em dia, muitas pessoas são pressionadas a escolher uma profissão pela vontade de outras ou pela média escolar.
Na minha opinião, as pessoas não se devem deixar influenciar pelos outros na escolha da profissão. Por exemplo, se uma pessoa gostasse de trabalhar na agricultura e fosse pressionada a trabalhar na indústria, isto iria causar vários problemas. Imaginemos que essa pessoa ia trabalhar para a fábrica, mas não gostava de trabalhar lá. Isto iria afetar gravemente o seu rendimento. Por exemplo, em vez de produzir cem camisolas ao fim do dia, produziria cinquenta. Depois, existe outro problema relacionado com a felicidade. Se eu não estiver contente com o trabalho que faço, a vida tornar-se-á mais aborrecida. No entanto, há certas profissões que têm mais oportunidades de emprego. Logo, desde pequenos devemos ter noção de que, para arranjar um trabalho, é preciso também trabalhar, que é o que falta nas pessoas hoje em dia. Há certos jovens que chegam ao secundário e veem que não têm resultados suficientes na escola para exercer o trabalho que pretendem.

Portanto, antes de escolher a profissão, temos de refletir, se iremos ser felizes ou não com esta.

Pedro Francisco

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A escolha de uma profissão: um assunto sério

A escolha de uma profissão é um assunto que exige bastante consciência. É importante que seja algo bem ponderado e que não leve a arrependimentos ou a qualquer tipo de lamentações no futuro; tem de se gostar do que se faz, uma vez que é algo que interfere na rotina do indivíduo.
É indispensável ter em conta vários factores para ser feita a escolha acertada, tais como os gostos pessoais, as hipóteses no mercado de trabalho, as aptidões de cada um e o ordenado que virá a receber (aproximadamente) - se conseguir um emprego.
É realmente importante escolher a actividade profissional certa, uma vez que uma má opção pode levar a depressões ou à mudança repentina de profissão, o que nem sempre corre da melhor forma. A realização a nível profissional é importante para o bem-estar de um indivíduo e, caso esse bem-estar não se verifique, a falta dela pode, então, levar à depressão (há inclusive reportagens sobre este facto). Em relação à mudança de actividade profissional, poderá prejudicar o indivíduo se este não conseguir arranjar emprego, levando-o ao desemprego, algo que acontece com frequência por ser uma decisão arriscada (existem também reportagens que o comprovam).
Para concluir, é indispensável uma pessoa ponderar, com noção da realidade, a sua profissão futura, com consciência de que é uma decisão para a vida.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Nunca é tarde para uma boa receita

Uma boa receita, para um bom ano.
Para ter um bom ano, é preciso ter alguns ingredientes…
Um deles é ser uma boa pessoa, ajudar os outros. Outro ingrediente que também é muito útil é sorrires para os obstáculos que passarem por ti.
Para termos um bom ano novo, é preciso fazer por isso, é preciso merecê-lo, trabalhar por ele, lutar por ele.
Uns ingredientes em que nunca deves pensar, são os pensamentos negativos ou do passado. Esses são os ingredientes que nunca deves pôr, para teres um bom ano.
Ou seja, no final de tudo, do que precisas mesmo é de uma boa dose de força, de uma boa dose de confiança, de uma boa dose de energia, e de começares o ano de cabeça erguida.
  Bom aproveito.
  Marta
(texto editado)

terça-feira, 18 de março de 2014

Uma história da vida da Maria

Naquela altura eu deveria ter uns cinco, seis anos. Estava num centro comercial, com a minha irmã de três anos e o meu pai. Fomos  às compras, como fazíamos todas as sextas-feiras.
Houve um dia em que estava muito contente, pois o meu pai tinha-me comprado uma boneca de que gostei muito. Quando já estávamos a sair do centro comercial, ia aos saltinhos e muito à frente do meu pai da mina irmã. Não conhecia muito bem as portas de saída. Só havia duas, uma porta principal que era mais longe e uma porta secundária, que seria a porta onde deveria ter saído. Mas, com tanta felicidade, fui sempre andando até que... Parei, olhei para trás e apercebi-me de que não estava lá ninguém. Fiquei muito confusa na altura, e acho que comecei a chorar. 
Passados alguns segundos, uma senhora, com uma criança que deveria ter dez anos, veio ter comigo. Disse-me para ter calma e que iríamos encontrar o meu pai. Pouco tempo depois, o meu pai apareceu muito aflito à minha procura, eu vi-o e fui ter com ele.
Felizmente correu tudo bem, mas apanhámos um grande susto. Agradeci à senhora por ter ficado comigo, e fui para casa com o meu pai e nunca mais o larguei. 
 
(Texto editado)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Receita anual


 
  O Natal é já passado, mas o espírito permanece, com o espírito os valores e a esperança mantêm-se.
  Agora no Ano Novo, divida cada mês em 30 partes, e a pouco e pouco prepare-as, misturando muito bem os ingredientes.
No primeiro dia, uma porção de motivação, dedicação, muito trabalho e iniciativa para alcançar o sucesso. No segundo dia, para além dos ingredientes já envolvidos, adicione confiança, persistência e algum brio para obter o reconhecimento. Para o terceiro dia da receita:junte amor, as pessoas que gosta e companheirismo, pois a união faz a força. Humildade, tolerância e um grande sentido de humor para encarar as circunstâncias da vida de uma forma positiva, para o quarto dia.
E todos os dias acrescente mais porções destes e de outros ingredientes.
Assim terá um Ano Novo com felicidade e conseguirá adquirir a realização pessoal. 
Sara
(texto editado)

sábado, 18 de janeiro de 2014

Ano novo, vida nova


Ano novo, vida nova

Concretização de um sonho,

Uma nova vida começa

mas as minhas mãos ponho,

 

Ponho as mãos na consciência

Vejo erros que cometi,

A emoção e a essência

De tudo o que perdi.

 

Ano novo, vida nova

Este é o lema,

Mas isto acabou

Vamos mudar de tema,

 

Trabalho, entrega

E dedicação

Melhorar o que fizeste

É a tua missão

 

Ano novo, vida nova

Não basta apenas dizer

Tens que lutar pelo que queres

Vais ter que sofrer,

 

Mas não vejas isto como um problema

Isto é um jogo, e vais ter que jogar,

E quando piscares os olhos

Ele vai estar a acabar.

 

Ano novo, vida nova

Põe as cartas na mesa,

Pois assim o ano será melhor,

Podes ter a certeza.

 
Alessio

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Ano Novo, ritmo novo


Ano novo, todo o povo,

Seis dias após o Natal.

Para uns bem complicado,

Devido ao estado nacional.

Uns levam roupa azul,

E dinheiro na carteira,

Existem os crentes,

Que também saltam da cadeira

 

Para muitos uma história,

Recordam na memória.

De quando deitavam fora,

Agora vivem sem glória.

Realidade é dura,

Tristemente pura,

Aproveita enquanto dura,

Depois, tudo o tempo cura.

 

Mas devemo-nos afastar,

De todo o mau pensamento.

Que só fiquem coisas boas,

Outras voam com o vento.

O que eu quero é família,

Uma roda de improviso

E sair todas as manhãs

De casa com um sorriso.

 
Arnaldo (aliás, Bird)

Ano novo... com empréstimos


Receita de Ano Novo
 
 
 
Lista de ingredientes:


-12 meses de saúde
-4 meses de descanso
-1 boa dose de amigos
-1/2 litro de gadgets tecnológicos
-humor qb.



Modo de preparação:
 
 No seu dia-a-dia misture os ingredientes base de modo a obter um estilo de vida saudável. Incorpore 1 boa noite de sono de cada vez e continue misturando com dias bem passados com os amigos. Por último, adicione 1 gadget de cada vez, em vez do multitask habitual. Isto dará maior consistência às suas capacidades. Ligue o seu ambiente familiar a uma temperatura moderada e deixe correr durante 12 meses.
Sirva com graça e salpicado de humor.


Diogo

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Receita para um ótimo Ano Novo



Quando o ano acaba, pensamos sempre nos aspetos positivos e negativos, pensando em melhorar no ano seguinte. Nos minutos finais, antes da entrada do "Ano Novo", damos por nós a realizar certos rituais, como comer as 12 passas, entrar com o pé direito, etc., que achamos fundamentais para que o ano corra como o desejado.
No entanto, são precisos mais requisitos para que esse novo ano seja próspero. Os ingredientes são o trabalho, a vontade, o desejo, a felicidade, o amor e o menos importante: a sorte.
Se juntarmos o desejo com uma "pitada" de sorte, obtemos as entradas, recheadas com esperança. Para prato principal, "bate-se" a vontade com o trabalho e "grelha-se" o amor. A sobremesa será felicidade com aroma a vitória.
Para finalizar, um ótimo ano novo só depende de nós, nunca dependerá de uma mísera superstição.

Teresa
Teto sujeito a ligeiras alterações