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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Receita da felicidade



Comece por selecionar ingredientes

De primeira qualidade.

Use a peneira

De modo a guardar os amigos verdadeiros,

Rejeitando os amigos inconsistentes.

De seguida tempere

Com uma pitada de bom humor.

Misture tudo levemente,

De modo a fazer de cada dia uma festa.

Leve então a lume brando,

Até obter um amor suave.

Dê agasalho aos deserdados da sorte

E o ombro à mágoa alheia,

Enxugando a lágrima desesperada.

Salpique com ternura perfumada

E sirva em taças cristalinas de alegria.

Esta é a receita tradicional,

E verá que os convidados o rodearão

De bem-querer e que nunca

Mais se sentirá perdido na solidão.

 
Pedro F

Receita de Ano Novo



Para esta receita só é preciso:

uma pitada de boa disposição,

e outra de compreensão.

Uma colher de sopa de alegria,

e outra de coragem,

para passar o dia

com grande camaradagem.

 

Não é preciso pensar

que do último dia do ano para o primeiro

tudo vai mudar,

e que já não vai haver mais nevoeiro,

mas sim só claridade

e felicidade.

 

Em vez de pedires desejos,

faz melhor e sê melhor.

Não queiras ser como os caranguejos,

andar para trás não é o teu lema.

Sê dono da tua vida,

e não estejas preso no mesmo dilema,

segue em frente e faz o teu poema.

 

Derrete em banho-maria

as resoluções que não vais cumprir.

Se é para fingir,

ninguém conseguiria.

 

Desfruta todos os momentos

e visita todos os monumentos.

Como lição

ouve o teu coração.

E lembra-te que nenhum ato de mansidão,

por mais pequeno que seja,

é um desperdício.

 

Por fim, retira o excesso de hipocrisia,

e polvilha com realização.

Serve a sobremesa fria,

e essa será a solução.

 

 Marta

Traçado no destino


Na maior parte das receitas de ano novo, repetem-se sempre as mesmas palavras: viva cada dia, aproveite todas as oportunidades, ame, faça sempre o seu melhor em tudo porque cada oportunidade é única, etc.
Sinceramente, considero que nada disto é verdade, pois são apenas palavras, serão promessas não cumpridas. Todos nós somos humanos, e ninguém conseguirá cumprir tudo isto, pois se não é para ser, não será e ponto final. Não é porque hoje ou amanhã - ou até todos os dias do ano - vamos pensar que temos que fazer tudo certinho que isso vai acontecer. Cada um de nós nasce com um propósito no mundo, e apenas Deus o pode mudar. É claro que as nossas ações/palavras/pensamentos têm peso, e tudo o que fazemos também tem consequências (boas ou más), mas isso não é tudo.
 Por exemplo: se está traçado no meu destino que este ano vai ser um ano de desilusões, e que eu própria também vou desiludir um monte de pessoas, não é porque eu agora me vou lembrar de “mudar” e fazer tudo da maneira mais correta, que agora me vai correr tudo bem, pois, como já antes disse, nós somos humanos, e há certas coisas que nós próprios não conseguimos controlar.
É assim que eu vejo o mundo, é assim que eu vejo este ano, e é assim que eu espero que as pessoas também o vejam.

 
Luana
Texto sujeito a ligeiras alterações

Receita para um ano novo feliz

  

10 gramas de respeito
20 gramas de amor
30 gramas de carinho
40 gramas de amizade
50 gramas de felicidade


 

   Em primeiro lugar, pegue no seu coração e ponha dez gramas de respeito para ter com os outros (e que estes o tenham consigo também). De seguida, acrescente vinte gramas de amor, para dar e para receber. Seguidamente, deite trinta gramas de carinho, para as pessoas de que mais gosta. Depois, acrescente quarenta gramas de amizade, para que nunca se sinta sozinho. E, por último, mas não menos importante, junte-lhes cinquenta gramas de felicidade, para saborear as coisas boas que a vida nos dá !

   Tenha um feliz 2014!
Adriana
Texto sujeito a ligeiras alterações

sábado, 9 de novembro de 2013

O sonho realizado com o poeta e a poesia

  
     Nunca gostei de poesia. Achava que a poesia não interessava para nada, mas sempre tive um sonho, que era conhcecer Sophia de Mello Breyner Andresen pessoalmente.
    Numa segunda-feira de muito frio e muita chuva, a nossa professora de Português mandou-nos comprar o livro "Ulisses", dessa autora. Eu fiquei muito contente e fui logo dizer à minha mãe, para que me comprasse o livro. Ela disse:
    - É verdade, Adriana, a autora Sophia de Mello Breyner Andresen vem dar uma entrevista à Biblioteca Municipal de Braga. Eu tinha muita curiosidade em ir. Queres vir comigo ?


   - Quero, quero! - disse eu muito, entusiasmada. Na verdade, era um sonho que se ia realizar.

   - É este sábado, aproveitamos e compramos lá a obra que vais estudar em Português.

   Finalmente o sábado chegou. Entrámos na Biblioteca Municipal de Braga e logo vi a Sophia Andresen. Comprei o livro e fui para a fila dos autógrafos. A autora assinou-me o livro e recomendou-me um livro de poesia. Eu disse:

   - Eu não gosto muito de poesia: podia recomendar-me outro ?

   - Vais ver que vais adorar este - disse.

   No dia seguinte cheguei à escola e mostrei o meu livro com a assinatura à professora de Português. Ela disse:

   - Muito bem, só mostrou muito interesse, teres ido.

   A partir desse dia, comecei a gostar muito de poesia !
Adriana, 9ºC
Texto sujeito a algumas alterações