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sábado, 2 de novembro de 2013

Carta de náufrago

Caro Joel,



Imagino que te tenhas perguntado inúmeras vezes o porquê de eu nunca mais te ter ligado ou mandado uma mensagem depois da minha viagem com a "Libraria Naval", mas a verdade é que esta naufragou!
Durante a nossa aproximação às Bermudas constatámos a aparição de uma leve brisa, um pouco mais pesada do que as leves brisas a que estávamos habituados. Achámos normal, algo vulgar para qualquer marinheiro experiente. Mas, algumas horas depois, esta leve, mas pesada, brisa, acabou por se transformar num vento que, apesar de frio, veio acabar com todos os longos dias de calor e sol abrasador que tanto me angustiaram. Finalmente, este vento intensificou-se e metamorfoseou-se numa poderosa e avassaladora ventania que virou o navio e acabou por o afundar. Pensa bem; a "Libraria Naval", a coletânea de todos os livros até agora escritos, afundada! O maior tesouro de toda a humanidade no fundo do mar!


Consegui nadar até aqui, até esta pequena ilha no meio de sabe-se lá onde. Todo o cansaço e fadiga até agora acumulados, devidos a extensas horas de trabalho e, apesar de todos os meus esforços, apenas fui capaz, infelizmente, de recuperar meia dúzia de livros, entre eles, ironicamente, o “Como Sobreviver a um Naufrágio."
Espero que leias esta mensagem e que venhas o mais rapidamente possível resgatar-me, seja lá onde eu estiver.
 
                                                        Calorosamente, um amigo

José, 9º A

(Texto com ligeiras alterações)

domingo, 27 de outubro de 2013

Carta de náufrago

 Querida Alberta, 

 Há muito tempo que não falava consigo, por isso decidi escrever esta carta para lhe contar tudo o que aconteceu ao longo da viagem que fiz num navio. A viagem estava a correr bem no início, mas depois aconteceu uma tragédia: o navio começou a naufragar!
 Vou contar tudo. Foi assim:
 Estávamos a navegar, quando avistámos uma ilha. Fomos até lá e, quando chegámos, vimos um baú enorme. Quando abrimos, só vimos diamantes, ouro, prata... e claro, levámos o baú para o navio. Estava a correr tudo lindamente: tínhamos um tesouro, a viagem estava a correr muito bem... 
 Até que, num determinado momento, o navio começou a naufragar. Entrámos todos em pânico e começámos a gritar. Nem conseguíamos acreditar que o navio estava a naufragar. Morreram muitas pessoas, mas alguns/algumas sobreviveram a esta tragédia. Eu, felizmente, fui uma das sobreviventes. Só lamento a morte dos companheiros que me acompanharam nesta viagem. Mas não se preocupe, porque eu estou bem.
 Escrevi esta carta só para lhe contar esta viagem maravilhosa que acabou numa tragédia.
 Espero que leia esta carta.

(Beatriz, 9º A)

Texto sujeito a algumas alterações