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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Cenário de correção 9ºC (por tópicos)



Grupo I (parte A) 1. V I V F F F F V  2. c b a b c

Grupo I (parte B)

 

  1. As dificuldades devem-se ao facto de o sujeito poético não saber dizer ao interlocutor que a sua voz o procura, de não saber o que lhe dizer e de não saber como lhe dizer que aquilo que o procura é o que tem dentro de si.
  2. Os travessões têm a função de destacar frases que o eu lírico diz ao seu interlocutor, isto é, de assinalar momentos de discurso direto.
  3. Metáfora + comentário
  4. A conjunção marca um contraste entre aquilo que o sujeito poético aprende durante a primavera (“os trevos, a água sobrenatural, o leve e abstrato / correr do espaço” vv. 25-26) e aquilo de que necessita verdadeiramente (“um girassol, uma pedra, uma ave – qualquer/ coisa extraordinária” vv. 30-31) para poder dizer algo ao seu interlocutor.
  5. Estes versos contêm uma justificação para as dificuldades do eu lírico: as coisas reais, que estão dentro dele, procuram o ser amado.

 

Grupo II

  1. a. Narrador não participante na 3ª pessoa

1.b. Caraterização física direta (enérgico, de sotaina preta e óculos graduados); caraterização psicológica direta (distraído e seco) + justificação

  1. Resposta livre
  2. Se não, havia, haviam, apesar de, apesar de a
  3. Pretérito perfeito composto do conjuntivo, 3ª pessoa do singular; presente do conjuntivo, 3ª pessoa do plural
  4. Disponho, intervêm, interveio, se propunha, pudessem, houvesse, tinha ido
  5. Todos os festivais de rock se realizam no Verão. Talvez seja tarde para comprar um bilhete para os Rolling Stones. Alguém me disse que os bilhetes estavam esgotados.
  6. Se A Luana fez os TPC todos, vai achar este teste facílimo. Embora esteja a chover, a temperatura está agradável. O Vicente chegou tão tarde, que teve falta.
  7. 1. (a); 2. (i); 3. (c); 4. (d); 5. (g)

Grupo III: resposta livre

Cenário de correção 9ºA (por tópicos)




Grupo I (parte A) c a b a c c

Grupo I (parte B)

  1. “minha voz”
  2. “cem ideias”, “a pureza”, “o sol, o fruto,/ a criança”, “a água, o deus, o leite, a mãe, / o amor”
  3. Amor (“a atenção começa a florir”, “estremeces como um pensamento chegado”, “tu arrebatas os caminhos da minha solidão”)
  4. A lembrança da pessoa a quem o sujeito poético se dirige acompanha-o de tal forma que nunca se sente só, pois essa imagem apodera-se da sua solidão.
  5. Sendo o amor um sentimento tão complexo e tão difícil de definir, o sujeito poético tem dificuldade em expressar o que sente pela pessoa em causa.

 

Grupo II

    1. Narrador não participante
    2. Caraterização física e psicológica direta + citações textuais
  1. (A baixo; abaixo)* Por que, porque; de que
  2. Presente do conjuntivo, 1ª pessoa do plural; pretérito perfeito composto do conjuntivo, 3ª pessoa do singular
  3. Dispõem, intervenho, (obteve)*, repunham, tinha recrutado, pudessem, houvesse
  4. Todos os alunos de 6º ano se sentiram aliviados após a prova. Alguém me disse que a prova era fácil. Talvez estejas a exagerar.
  5. Embora Quino tenha abandonado a personagem de Mafalda em 1973, venceu o prémio Príncipe das Astúrias 2014. Mafalda é uma personagem de tal modo multifacetada, que influenciou várias gerações. Quando Quino chega ao auditório, os espectadores aplaudem-no.  
  6. 1. (a); 2. (g); 3. (i); 4. (c); 5. (d)

Grupo III: resposta livre



* Pontuação reajustada


domingo, 1 de junho de 2014

Cenário de correção 9ºB (por tópicos)




Grupo I (parte A) c d b a b b

Grupo I (parte B)

  1. A pessoa amada (ou: a mãe, um filho)
  2. O sujeito poético confessa, por várias vezes, não saber como expressar o amor que sente pela pessoa em causa.
  3. Comparação e metáfora. Tanto com a comparação (“arrebatas os caminhos da minha solidão como se a minha casa ardesse pousada na noite”), como com as metáforas (“caminhos da solidão” e “a minha casa ardesse pousada na noite”), o eu lírico sugere que a sua solidão acaba com a presença do(a) destinatário(a) dos seus versos.
  4. Resposta livre.

 

Grupo II

  1. Narrador participante na 1ª pessoa + justificação
  2. Caraterização física direta (com implicações indiretas na caraterização psicológica; desse ponto de vista: mista) + justificação
  3. Resposta livre
  4. Houve, Por que, porque, trás, traz
  5. Presente do conjuntivo, 1ª pessoa do plural; pretérito perfeito composto do conjuntivo, 3ª pessoa do singular
  6. Dispõem, intervenho, interveio, supunha, tinha ganhado/tinha ganho, pudessem, houvesse
  7. Todas as notícias do jornal se referiam à Troika. Talvez haja muitas empresas em risco. Ninguém nos disse que as exigências de rigor chegaram ao fim.
  8. Se os alunos estudarem ciências sociais, interessar-se-ão por política. Embora as editoras publiquem cada vez mais livros, nem todos têm interesse. O Tiago toca tão alto que acorda todos os vizinhos.
  9. 1. (a); 2. (c); 3. (g); 4. (f); 5. (i)

Grupo III: resposta livre

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Correção do exercício de pontuação

Escolhi esta crónica de Luís Fernando Veríssimo por razões óbvias. Apenas transcrevo a parte que nos interessa, mas aconselho vivamente a leitura do resto.
 
«Um publicitário morreu e, como era da área de atendimento e mau para o pessoal da criação, foi para o inferno. O Diabo, que todos os dias recebe um print-out com nome e profissão de todos os admitidos na data anterior, mandou que o publicitário fosse tirado da grelha e levado ao seu escritório. Queria fazer-lhe uma proposta. Se ele aceitasse sua carga de castigos diminuiria e ele teria regalias. Ar-condicionado, etc.

— Qual é a proposta?

— Temos que melhorar a imagem do inferno — disse o Diabo. — Falam as piores coisas do inferno. Queremos mudar isso.

— Mas o que é que se pode dizer de bom disto aqui? Nada.

— Por isso é que precisamos de publicidade.

O publicitário topou. Era um desafio. E as regalias eram atraentes. Quis saber algumas coisas que diziam do Inferno e que mais irritavam o Diabo.

— Bem. Dizem que aqui todos os cozinheiros são ingleses, todos os garçons são italianos, todos os motoristas de táxi são franceses e todos os humoristas alemães.

— E é verdade?

— É.

— Hmmm — disse o publicitário. — Uma das técnicas que podemos usar é transformar desvantagem em vantagem. Pegar a coisa pelo outro lado.

Sua cabeça já estava funcionando. Continuou:

— Os cozinheiros ingleses, por exemplo. Podemos dizer que a comida é tão ruim que é o local ideal para emagrecer. Além de tudo, já é uma sauna.»
Para ler o texto na íntegra, cliquem aqui
 

Correção do exercício de pontuação

Grande Edgar

Já deve ter acontecido com você.
- Não está se lembrando de mim?
Você não está se lembrando dele. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, e não encontra. E não há tempo para procurar no arquivo desativado. Ele está ali, na sua frente, sorrindo, os olhos iluminados, antecipando a sua resposta. Lembra ou não lembra?
Neste ponto, você tem uma escolha. Há três caminhos a seguir.
Um, o curto, grosso e sincero.
- Não.
Você não está se lembrando dele e não tem por que esconder isso. O “Não” seco pode até insinuar uma reprimenda à pergunta. Não se faz uma pergunta assim, potencialmente embaraçosa, a ninguém, meu caro. Pelo menos não entre pessoas educadas. Você devia ter vergonha. Não me lembro de você e mesmo que lembrasse não diria. Passe bem.
Outro caminho, menos honesto mas igualmente razoável, é o da dissimulação.
- Não me diga. Você é o… o…
“Não me diga”, no caso, quer dizer “Me diga, me diga”. Você conta com a piedade dele e sabe que cedo ou tarde ele se identificará, para acabar com a sua agonia. Ou você pode dizer algo como:
- Desculpe deve ser a velhice, mas…
Este também é um apelo à piedade. Significa “Não torture um pobre desmemoriado, diga logo quem você é!” É uma maneira simpática de dizer que você não tem a menor idéia de quem ele é, mas que isso não se deve à insignificância dele e sim a uma deficiência de neurônios sua.
E há o terceiro caminho. O menos racional e recomendável. O que leva à tragédia e à ruína. E o que, naturalmente, você escolhe.
- Claro que estou me lembrando de você!
 
(Texto e imagem recolhidos em http://www.releituras.com/i_artur_lfverissimo.asp, onde podem encontrar o resto da crónica. Vale a pena espreitar!)