Aos meus alunos em particular, e à comunidade educativa em geral, desejo um bom ano de 2013.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Desafio interessante N.º 5
Concurso interativo de escrita criativa
Tema: prevenção do colo do útero
Promoção: Liga Portuguesa contra o Cancro
Responsável pelas inscrições da/na escola: professora Berta Henriques
Imagem retirada de http://www.pop.eu.com/uploads/images/PROF%20SAUDE/01_NEWS/LigaPtContraCancro_GRD.jpg
Tema: prevenção do colo do útero
Promoção: Liga Portuguesa contra o Cancro
Responsável pelas inscrições da/na escola: professora Berta Henriques
Serão formados vários grupos de cinco elementos. Os concorrentes assinalados com o n.º1 receberão um documento "Word" com o nome do grupo e darão início a uma história cujo tema será o cancro do colo do útero. Terá um prazo de 24 horas para reenviar o texto, que será remetido ao concorrente n.º 2, e assim sucessivamente, perfazendo três rondas até à conclusão da história. Cada participação terá um mínimo de 300 e um máximo de 3000 palavras. os concorrentes que não cumpram os prazos serão excluídos.
Aqui está um concurso interessante, em que, além de criatividade, os participantes devem mostrar disciplina, autocontrolo e espírito de interajuda.

Imagem retirada de http://www.pop.eu.com/uploads/images/PROF%20SAUDE/01_NEWS/LigaPtContraCancro_GRD.jpg
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Madiba, presidente do mundo inteiro (Miguel Esteves Cardoso)
Quando falámos de crónicas, falámos, fatalmente, de Miguel Esteves Cardoso (MEC, para os iniciados - ou para os que querem parecê-lo). No Público de sábado encontrei o melhor obituário*
de Nelson Mandela que li (é verdade que li poucos, porque, com os testes, não tenho tempo se não para folhear os jornais... e mal.)

Por não ser um santo
«Todos os ribeiros e rios do mundo vão dar ao mar, porque o mar é mais baixo. É esta humildade que dá poder ao mar". Lembrei-me destes versos atribuídos a Lao Tzu quando soube da morte de Nelson Mandela.
São muitas as traduções e muitas as dúvidas de autoria, mas sabe-se que palavras parecidas com estas foram escritas na China meio milénio antes de começar o calendário cristão. Mandela também não há-de ser esquecido tão cedo.
Morreu a única pessoa que poderia ter sido presidente do mundo inteiro. Toda a gente gostava dele porque era um ser humano – e não um santo – que soube partilhar a imensa humanidade dele com toda a humanidade, incluindo os inimigos, que eram muito mais do que os amigos.
Choro não só os anos em que esteve preso como todo o tempo que ele perdeu a receber e a cumprimentar políticos, celebridades e outros desconhecidos.
Sorrio ao pensar no prazer que Mandela tinha em ser politicamente incorrecto. Foi um espírito livre até ao fim. Estava sempre a fugir à linha americana e aos lugares-comuns da diplomacia europeia. Apoiou sempre o velho amigo Robert Mugabe e outros ditadores e regimes a que os poderes ocidentais prefeririam que ele se opusesse.
Todos tentarão agora redefinir Mandela conforme as conveniências políticas. Eu hei-de sempre lembrar-me dele como um excêntrico, um rebelde, um não-conformista, um inovador: um grande ser humano e um grande conhecedor dos seres humanos mais pequenos do que ele. Por ser um homem.
"Todos os ribeiros e rios do mundo vão dar ao mar, porque o mar é mais baixo. É esta humildade que dá poder ao mar". Lembrei-me destes versos atribuídos a Lao Tzu quando soube da morte de Nelson Mandela.
São muitas as traduções e muitas as dúvidas de autoria, mas sabe-se que palavras parecidas com estas foram escritas na China meio milénio antes de começar o calendário cristão. Mandela também não há-de ser esquecido tão cedo.
Morreu a única pessoa que poderia ter sido presidente do mundo inteiro. Toda a gente gostava dele porque era um ser humano – e não um santo – que soube partilhar a imensa humanidade dele com toda a humanidade, incluindo os inimigos, que eram muito mais do que os amigos.
Choro não só os anos em que esteve preso como todo o tempo que ele perdeu a receber e a cumprimentar políticos, celebridades e outros desconhecidos.
Sorrio ao pensar no prazer que Mandela tinha em ser politicamente incorrecto. Foi um espírito livre até ao fim. Estava sempre a fugir à linha americana e aos lugares-comuns da diplomacia europeia. Apoiou sempre o velho amigo Robert Mugabe e outros ditadores e regimes a que os poderes ocidentais prefeririam que ele se opusesse.
Todos tentarão agora redefinir Mandela conforme as conveniências políticas. Eu hei-de sempre lembrar-me dele como um excêntrico, um rebelde, um não-conformista, um inovador: um grande ser humano e um grande conhecedor dos seres humanos mais pequenos do que ele. Por ser um homem.»
* Obituário/necrologia: texto sobre a morte de alguém ou sobre alguém que morreu recentemente. In Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/obituário [consultado em 10-12-2013].
Imagem recolhida em http://b-i.forbesimg.com/mfonobongnsehe/files/2013/12/Mandela.jpg, texto extraído de http://www.publico.pt/autor/miguel-esteves-cardoso
Imagem recolhida em http://b-i.forbesimg.com/mfonobongnsehe/files/2013/12/Mandela.jpg, texto extraído de http://www.publico.pt/autor/miguel-esteves-cardoso
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O paradigma da manhã
Acordei. Eram oito e meia. O retardado do despertador decidiu ficar sem pilhas. Já devia estar no trabalho e ainda nem vestida estou. Corro para o meu armário e enfio a primeira peça de roupa que encontro. Vou ao quarto do Artur para o acordar e ele não está lá. Entro em pânico e procuro-o por toda a casa. Ouvi algo. Acabei por encontrá-lo na casa de banho. Disse ao meu pequeno para se ir vestir. Vou para a cozinha tomar o pequeno-almoço e dou de caras com o Artur a ver ''Teletubbies''. Já lhe tinha dito que estávamos atrasados! Agarrei nele e corri até ao carro.
Estava um dia de chuva, o que me deixou ainda mais frustrada. No caminho para deixar o meu filho na escola, fico retida no trânsito, como sempre. O Artur continua a berrar porque não deixei que ele acabasse de ver a porcaria dos bonecos. O barulho dos carros começa a ''ofuscar-me''. Pelos vistos houve um acidente. Abro o vidro para apanhar um bocado de ar e deparo-me com um homem gordo, de longos cabelos, numa carrinha branca. Tinha alguns ''piercings'', tatuagens obscenas, usava um casaco de cabedal. Olhava para mim como se eu fosse uma tarte e sorria. Fechei o vidro, confusa e assustada. Ligo o rádio para me abstrair daquele indivíduo estranho, e ouço a notícia. Percebo o porquê de ele estar a sorrir. Olho para ele e sorrio de volta.
Acreditam que, a seguir a isto, o meu dia foi inquestionavelmente perfeito...?
Acreditam que, a seguir a isto, o meu dia foi inquestionavelmente perfeito...?
Trabalho realizado por:
-David, nº9;
-David, nº9;
-Duarte, nº10;
-Eva, nº11;
-Filipe, nº12;
9ºA
9ºA
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Desafio interessante n.º4
A obra escolhida pela escola para o Concurso Nacional e leitura (categoria 3º ciclo) foi Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz.
Uma vez que (ainda) não li o livro, fui ao sítio da Fundação Gulbenkian, onde Rita Taborda Duarte dá conta, nos seguintes termos, do prémio Maria Rosa Colaço, atribuído em 2009 a esta obra pela Câmara Municipal de Almada:
«É um livro que se multiplica em viagens, mas desta vez literais e não simplesmente metafóricas, por livros indispensáveis da literatura universal (juvenil e não só). Trata-se da história de Elias Bonfim, que parte páginas adentro, em busca do pai, que se perdeu nos livros que lia, ou que, no fundo, se deixou devorar pelos livros que devorava. O rapaz de doze anos percorre rigorosamente, no sentido exacto das palavras, a enorme biblioteca, que pertencera ao pai, no sótão da avó. Começa pela ilha do Dr. Moreau, de H.G.Wells, e daí para Stevenson, Dostoievski, Italo Calvino, Bradbury ou Borges foi um salto, que não deixou de lado a Bíblia, a Divina Comédia ou as pequenas narrativas de Lao Tse, que assombram a vida de Elias Bonfim, mesmo no mundo real, fora dos livros, se é que existe vida fora deles. A dado momento, aliás, é Raskolnikov, o próprio protagonista de Crime e Castigo que explica: As "personagens de carne são exactamente como nós, os de papel e letras negras" (...)»
A Bíblia? Nada que a Matilde não conheça. H.G. Wells? Não foi o Diogo que me falou de A guerra dos mundos? Borges? Não é o José que escreve quase, quase, como o Borges? Um livro sobre livros? Como os contos que a Filipa, a Maria, ou o Alexandre escreveram? (e estou a ser injusta, a deixar belas histórias de fora). O que eu quero dizer é que me parece que o universo de Afonso Cruz nos vai agradar, e muito.
Podem encontrar aqui o regulamento do concurso.
Podem encontrar aqui o regulamento do concurso.

Imagem recolhida em http://p3.publico.pt/sites/default/files/RG-A-Cruz-10-050612.jpg
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Portugal/Ucrânia, uma perspetiva
Antes de morar em
Portugal, vivia na Ucrânia. É um país oito vezes maior, aproximadamente, do que
Portugal. O clima não é muito semelhante.
Eu adorava o Inverno, porque nevava muito. Nas
férias de Natal, passava os dias todos a brincar na rua. Fazia bonecos de neve,
brincava com os amigos com bolas de neve, enquanto em Portugal, no Inverno, só
chove (logo, não gosto muito desta estação).
As escolas também
eram diferentes. Os horários todos os anos eram iguais. Entrávamos às oito e um
quarto e saíamos à hora de almoço. Havia cantinas, mas era só para quem andava
no A.T.L. A comida tradicional é muito variada, tem uma mistura de oriente e
ocidente. Não contém sabores muito salgados e picantes. Os doces também são
muito diversos. Há muito por onde escolher (principalmente os bombons, que são
deliciosos).
A cultura na Ucrânia
é muito desenvolvida. Por exemplo: em Braga só há um teatro (Theatro Circo), enquanto
uma cidade ucraniana tem, pelo menos, um Teatro e um Circo fixos.
Por fim, na minha
opinião, a Ucrânia aposta muito mais na cultura dos cidadãos do que Portugal. No meu país, todas as crianças têm formação musical.
Feito por: Anastasiia n.º3, 9ºA
Participação especial: Artur n.º4, 9ºA
(Texto sujeito a ligeiras alterações)
(Texto sujeito a ligeiras alterações)
Ficha de treino
Identifica, nestas frases, os modificadores restritivos/apositivos do nome:
Identifica, nestas frases, as orações subordinadas adjetivas relativas restrivas/ explicativas:
- Camões, o grande poeta, morreu na miséria.
- Vou levar as rosas amarelas.
- Os alunos atrasados não podem entrar.
Identifica, nestas frases, as orações subordinadas adjetivas relativas restrivas/ explicativas:
- Os alunos que chegam tarde não podem entrar.
- A casa que o meu pai pintou está à venda.
- O Zé, que faz anos amanhã, chega hoje ao Porto.
- O comboio que veio do Porto chegou atrasado.
- O comboio das seis, que costuma ser pontual, chegou atrasado.
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