terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Receita de Ano Novo



Tempo de preparação: uma questão de segundos

Tempo de cozedura: talvez uma vida inteira

Dificuldade: fácil

Ingredientes:

ü  ½ dúzia de ovos da sorte;

ü  2 litros de felicidade;

ü  1 boa dose de saúde;

ü  150g de amor;

ü  100g de vontade e iniciativa;

ü  1 grande dose de amigos (daqueles que não têm preço) e família;

ü  1 pitada de dinheiro e trabalho.

Preparação:

            Unte a sua vida com uma dose grande de amigos e família. De seguida, bata os ovos da sorte para que ajude a evitar algumas dificuldades. Depois, misture a felicidade, a saúde e o amor até ficar tudo bem sólido. Junte, seguidamente, a vontade e iniciativa. Agora, recheie tudo com trabalho e uma pitada de dinheiro.

            Certifique-se que mantém esta receita bem cozinhada ao longo da sua vida e, agora, seja feliz!

 
Sara

 

 

Receita anual


 
  O Natal é já passado, mas o espírito permanece, com o espírito os valores e a esperança mantêm-se.
  Agora no Ano Novo, divida cada mês em 30 partes, e a pouco e pouco prepare-as, misturando muito bem os ingredientes.
No primeiro dia, uma porção de motivação, dedicação, muito trabalho e iniciativa para alcançar o sucesso. No segundo dia, para além dos ingredientes já envolvidos, adicione confiança, persistência e algum brio para obter o reconhecimento. Para o terceiro dia da receita:junte amor, as pessoas que gosta e companheirismo, pois a união faz a força. Humildade, tolerância e um grande sentido de humor para encarar as circunstâncias da vida de uma forma positiva, para o quarto dia.
E todos os dias acrescente mais porções destes e de outros ingredientes.
Assim terá um Ano Novo com felicidade e conseguirá adquirir a realização pessoal. 
Sara
(texto editado)

Um belo fim de tarde de quarta, aqui em Braga

 

Ciclo “Música & Literatura”: A MÚSICA EM JORGE DE SENA

QUA 29 JAN 19,00h
 
“Se todas as artes me são necessárias à vida como o ar que respiro, a música ocupou sempre, entre elas, e em relação a mim, um lugar especial”. JORGE DE SENA
Direcção artística: Elisa Lessa | Palestra: Maria do Carmo Mendes | Piano: Daniel Cunha
M6
 
Lido em http://www.theatrocirco.com/agenda/evento.php?id=1154

Jorge de Sena e a música


 
 
 

“La Cathédrale Engloutie”, de Debussy – “Creio que nunca perdoarei o que me fez esta música”- 31/12/64
Ouvindo Canções de Dowland – “Desta música não ouço mais do que a“ – 29/12/1960
Prelúdios e Fugas de J. S. Bach, para Órgão – “Esta conversa harmónica que inventa” – 19/12/1964
Concerto “Brandenburguês” No. 1, em Fá Menor, de J. S. Bach – 4/5/1963
Bach: Variações Goldberg – “A música é só música, eu sei. Não há” – 9/1/1966
Water Music, de Händel – “Sobre o rio descem” – 16/3/1964
Wanda Landowska Tocando Sonatas de Domenico Scarlatti – “Ouço-a tocar estas sonatas” – 7/4/64
Ainda as Sonatas de Doménico Scarlatti, para Cravo – “Nesta percussão tecladamente dedilhada como violas pensativas” – 10/5/1964
“Andante con Variazioni”, em Fá Menor, de Haydn – “Firmemente suave e docemente atenta vai seguindo em variações serenas” – 12/11/63
A Criação, de Haydn – “Felizes estes homens que podiam escrever da Criação” – 8/3/1973
Sonata No. 11, para Piano, K 331, de Mozart – “Sonata sim, mas variações que” – 26/9/1965
Concerto em Ré Menor, para Piano e Orquestra, de Mozart, K 466 – “Finíssima amargura recatada” – 24/2/1964
Mozart: Andante do Trio K 496 – “Esta frase emerge súbita no trio saltitado” – 23/1/73
Fantasias de Mozart, para Tecla – “Entre Haydn e Chopin, aberto para o que um foi” – 18/9/1965
“Requiem” de Mozart – “Ouço-te, ó música, subir aguda” – 15/10/1967
Missa Solene, Op. 123, de Beethoven – “Não é solene esta música” – 2/11/1964
Ouvindo o Quarteto Op. 131, de Beethoven – “A música é, diz-se, o indizível” – 10/10/64
Canções de Schubert sobre Textos de Wilhelm Müller – “Eram poemas para o sentimentalismo vácuo” – 20/4/1974
Sinfonia Fantástica, de Berlioz – “Programas, poetas, sonhos de ópio” – 23/10/64
Chopin: um Inventário – “Quase sessenta mazurcas; cerca de trinta estudos” – 19/12/66
Ouvindo Poemas de Heine como “Lieder” de Schuman – “Nunca talvez tão grande poesia encontrou sua grande música” – 27/4/64
A Última Música de Liszt para Piano – “Debussy? Scriábine? Bartok?” – 17/3/73
A Morte de Isolda – “Nesta fluidez contínua de um tecido vivo” – 8/3/64
Final da “Valquíria” – “Deuses podiam de um Valhala em chamas” – 4/7/73
Marcha Fúnebre de Siegfried, do “Crepúsculo dos Deuses” – “Na tarde que de névoas se escurece” – 13/1/74
Pobre Brückner – “Monumental, informe, derivante” – 19/11/71
Oitavas, Ouvindo a Primeira Sinfonia de Brahms – “Da música ao sentido, que palavra” – 8/4/63
“Má Vlast”, de Smetana – “Para se amar uma pátria assim, com tal pompa e tal doçura” – 1/10/64
“Boris Godunov” – “O velho honestamente escreve a História” – 8-9/1/72
“Romeu e Julieta”, de Tchaikowsky – “Ele era muito jovem quando imaginou este poema” – 24/5/64
“La Bohème”, de Puccini – “É ‘romântica’, sentimental, mesmo piegas” – 26/7/64
“Principessa di Morte” – “Foi quando Liu se matou para não revelar o nome do príncipe” – 7/8/64
“Festas”, de Debussy – “É como se as ruas de Florença se abrissem no espaço” – 6/12/64
“Das Lied von der Erde”, de Mahler – “São versos de poeta chinês. Depois de sabermos” – 8/5/63
Mahler: Sinfonia da Ressurreição – “Ante este ímpeto de sons e de silêncio” – 28/7/67
“Assim Falou Zaratustra”, de Richard Strauss – “Nem o Zaratustra de Zaratustra, nem” – 11/9/65
Final da Segunda Sinfonia de Sibelius – “Se alguma vez clamor pela grandeza” – 27/3/66
Erik Satie para Piano – “As notas vêm sós por harmonias” – 9/1/72Ouvindo o “Sócrates” de Satie – “Tão sábio, sereno e calmo” – 8/1/72
Concerto para Orquestra, de Bela Bartok – “Como amargura leve brinca com a morte” – 29/5/64
“Noite Transfigurada”, de Schönberg – “Como tão tensas cordas” – 28/9/64
Concerto de Piano, Op. 42, de Schönberg – “Seria pouco dizer que é o desespero” – 21/10/63
A Piaf – “Esta voz que sabia fazer-se canalha e rouca” – 6/10/64“Pot-Pourri” Final – “Chegou e disse: – Caríssimo!” – 29/2

 


 

sábado, 18 de janeiro de 2014

Ano novo, vida nova


Ano novo, vida nova

Concretização de um sonho,

Uma nova vida começa

mas as minhas mãos ponho,

 

Ponho as mãos na consciência

Vejo erros que cometi,

A emoção e a essência

De tudo o que perdi.

 

Ano novo, vida nova

Este é o lema,

Mas isto acabou

Vamos mudar de tema,

 

Trabalho, entrega

E dedicação

Melhorar o que fizeste

É a tua missão

 

Ano novo, vida nova

Não basta apenas dizer

Tens que lutar pelo que queres

Vais ter que sofrer,

 

Mas não vejas isto como um problema

Isto é um jogo, e vais ter que jogar,

E quando piscares os olhos

Ele vai estar a acabar.

 

Ano novo, vida nova

Põe as cartas na mesa,

Pois assim o ano será melhor,

Podes ter a certeza.

 
Alessio

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Receita infalível para saber mais

Soube recentemente deste projeto interessantíssimo que nos pode ser muito útil este ano. Cliquem aqui e adiram!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Receita para um Mestre do Crime


Tempo de preparação: 25 a 50 anos
Dificuldade: fácil
Preço: milionário
Pegue num homem vulgar: nem alto, nem baixo, nem gordo, nem magro. Descasque com cuidado para não o marcar, tirando-lhe todo o escrúpulo e toda a piedade. Lave-o de toda a caridade e coloque-lhe palas nos olhos, de modo a que só possa olhar para si mesmo.
Numa frigideira já aquecida com azeite, limão (o bastante para azedar), e contactos bem posicionados, despeje um frasco de ambição, intriga bem picada e manha cortada aos cubos. Mexa constantemente até ferver. Nessa altura, baixe o seu lume e coloque lá o seu homem. Se não ficar totalmente submerso no molho, junte mais um pouco de ambição.
Enquanto a carne cozinha, prepare um arroz de (criminosos) miúdos. Compra-se em qualquer prisão do país. Basta estupidificá-los num robô de cozinha e cozer numa panela cheia até dois terços com medo. Tempere com cobardia e dívidas q.b.
Assim que o seu homem ganhar uma leve cor endinheirada, transfira o conteúdo da frigideira para um pirex, ponha o arroz de miúdos por cima, uma folhinha de salva para dar gosto, e leve ao forno. O homem deverá crescer, absorvendo o arroz e o molho. Depois, retire do forno, regue com vinho do Porto do tempo do seu avô, e polvilhe com notas rasgadas.
Sirva livre.
Maria
Texto publicado com ligeiras alterações