segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O Consílio dos Deuses em 107 palavras

O Consílio dos Deuses foi convocado por Júpiter para tratarem do futuro dos Portugueses, os quais pretendem chegar à Índia por mar. Como Júpiter reconhece o valor deste povo, decide ajudar os navegadores a encontrar um sítio seguro onde possam parar.
Durante o Consílio, gerou-se uma discussão entre Vénus, Marte e Baco.
Baco opunha-se a apoiar os portugueses, enquanto Vénus e Marte queriam ajudar o povo português. Júpiter decide a favor de Vénus e Marte, que vão, assim, ajudar os portugueses.
Este Consílio foi bastante importante na glorificação e engrandecimento dos Portugueses porque Júpiter, Vénus e Marte acreditaram que os habitantes de Portugal eram valorosos e merecedores.
 
Ana Carolina
(texto editado)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O Consílio dos deuses em 120 palavras


O episódio do “Consílio dos Deuses” é convocado para decidir o futuro dos Portugueses no Oriente.

Inicialmente, Júpiter faz uma introdução dizendo que está do lado do povo português, pois trata-se de um povo guerreiro e corajoso; seguidamente, Baco intervém, visto que não concordava com Júpiter, pois receava que os Portugueses lhe retirassem a glória; pouco depois, Vénus defende-os, porque era um povo de paixões intensas e que a venerava; finalmente, Marte termina a discussão, dizendo que os Portugueses, pelo seu passado glorioso, mereciam o apoio dos deuses.

Em conclusão, este episódio engrandece os Lusitanos, não só pelo facto de os deuses terem convocado um conselho de propósito para eles, mas também porque alguns deuses receavam ser ofuscados pelos Portugueses.

Carlota
(texto editado)

O Consílio dos deuses em 120 palavras


O episódio “O Consílio dos Deuses” d’”Os Lusíadas” refere a convocatória dos deuses, por parte de Júpiter, para se decidir o futuro do glorioso povo Lusitano.

Júpiter expressa-se como apoiante dos Portugueses e retrata os nobres feitos deste povo. Naturalmente, criou discórdia: por um lado, Baco opõe-se a ajudar, pois teme o seu esquecimento; por outro, Vénus mostra-se favorável, opinando sobre as qualidades dos Portugueses, que eram descendentes dos Romanos, detinham uma língua semelhante à latina e eram um povo de “paixões intensas”; por último, Marte elogia-os, dirigindo-se a Júpiter.

Em suma, este episódio veio engrandecer e dignificar os Portugueses, explicitando os elogios dos deuses e os seus feitos heróicos. A simples existência desta reunião mostra a grandeza dos Portugueses.


Mariana 9ºB

(texto editado)

O Consílio dos deuses em 120 palavras

Os deuses reuniram-se num consílio, cuja finalidade era discutir o futuro dos Portugueses na sua viagem à Índia.
Na reunião intervieram Baco, Vénus e Marte. Baco, ao contrário de Júpiter, defendia que os portugueses não deviam ser ajudados, pois temia ser esquecido no Oriente.
Por outro lado, Vénus e Marte defendiam a opinião de Júpiter. Vénus justificava-se dizendo que gostava dos Lusitanos por serem românticos e por terem uma língua derivada do latim. Marte argumentava que era um povo guerreiro (e talvez tivesse uma antiga paixoneta por Vénus). Avisou Júpiter de que se mudasse de opinião, seria um fraco.
Este consílio fez com que os Lusitanos se tornassem maiores, dada a importância dada pelos deuses à sua chegada à Índia.

Mariana
(texto editado)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Um concurso mesmo, mesmo a calhar...

Cof, cof, cof

Estudamos o episódio de Inês de Castro de Os Lusíadas como tudo, agora: depressa, com objetivos, tendo em mente o estribilho: todos os descritores das Metas Curriculares de Português são «ensináveis, treináveis, avaliáveis».
Tenho alguma tendência para pensar que o gosto pela leitura se transmite como uma doença, se inocula como um vírus, se reproduz como uma bactéria. Comigo foi, e é, assim. Em alturas diferentes, apanhei a gripe de Jorge Luis Borges, a tosse de Eça e a melancolia de Virginia Woolf. Tenho o reumatismo de Agustina e já fiquei acamada como Proust. O mal de Roth foi a última enfermidade séria que me atingiu. Mas sou muito dada a achaques...
Às vezes apetece-me ficar doente (uma variante benigna, sem febre nem dores de cabeça) só para poder ficar em casa a ler. Claro que não posso: vou para a escola para - na medida das minhas possibilidades - ensinar, treinar, avaliar. Agora ensino (ensinarei?) o episódio de Inês de Castro. Nâo sei. O que eu sei é que gostaria que os meus alunos, que estudam num Conservatório e são destinatários privilegiados da 6ª edição do Concurso Inês de Castro (que este ano põe em evidência as artes performativas) concorressem e mostrassem o que valem.

Alegrias que os meus alunos me dão

Os meus alunos escrevem e dizem coisas que me enchem de um orgulho injustificado, pois o mérito é todo deles.
Ainda hoje: estava eu, a propósito de indícios, a falar dos narradores pouco fiáveis em Agatha Christie e a referir duas obras cujo narrador é o assassino, quando a Inês A. se sai com o título que me escapava: O assassinato de Roger Akroyd
 
 
Na outra turma, a propósito de analepses e prolepses, o António explica-me as subtilezas do enredo de "Lost" (que eu, lamentavelmente, não vi). E depois o Arnaldo mostra-me um texto ótimo, que me põe a pensar: «Mas como, se ainda não estudamos o Adamastor?» A resposta vem pronta: anda a ler Mensagem, de Fernando Pessoa.