quarta-feira, 19 de março de 2014

Resolução de exercícios

pp. 228-229




1.


a. F (modo narrativo)


b. V


c. F (herói coletivo: o povo português)


d. V


e. F (início in medias res, na estância 19 do canto I)


g. F (4 planos narrativos: viagem, história, maravilhoso e do poeta)


h. V


i. V


j. F (o narrador é Vasco da Gama)


K. F (o ambiente é de preocupação e de tristeza)


l. V


m. F (Vasco da Gama pede ajuda à "Divina Guarda", isto é, Deus)


n. V


o. V


p. F (No regresso, Vénus prepara uma recompensa para os navegadores, proporcionando-lhes um encontro com as ninfas da Ilha dos Amores)


q. V


r. V


2. a. Sinédoque (5) e perífrase  (2)


b. Personificação (1)


c. Anáfora (4)


d. Pleonasmo (6)


e. Eufemismo (3)


3. a. Plano da História de Portugal


b. Plano da Viagem


c. Plano do Maravilhoso


d. Plano do Poeta

terça-feira, 18 de março de 2014

4º teste de avaliação

O quarto teste basear-se-á num excerto de Os Lusíadas, pelo que surgirão perguntas relacionadas com esse episódio em particular e com  o texto épico em geral. Os recursos expressivos e os conetores discursivos são "valores seguros": os primeiros, sobretudo para a análise de texto, os segundos, porque devem ser utilizados nas respostas e na composição e porque pode surgir um texto com espaços para completar. No que diz respeito à gramática, será dado particular destaque aos pronomes pessoais em adjacência verbal e às funções sintáticas.


Devem, como sempre, reler o caderno e as seguintes páginas do manual:
 
  •  160-227. O Bloco de notas (pp. 228-230) é particularmente importante.
Do caderno de atividades, devem fazer todos os exercícios das seguintes páginas:


p. 30 (todos)
p. 31 (todos, menos o 2)
pp. 38-39 (todos)
pp. 41-45 (todos)
pp. 49-53 (todos)

 

Anastasiya, uma história de vida


Quando cheguei a Portugal, tinha onze anos. Já tinha uma pequena base musical, porque andava numa escola de música na Ucrânia. Cheguei e fiz logo exame de ingresso (sem saber a língua). A minha mãe disse para não me preocupar. Se não entrasse, não havia mal nenhum.
Passaram mais ou menos duas semanas e fomos ver os resultados. Eu tinha entrado! Fiquei contente… Mas  voltei para Ucrânia e só regressei em setembro (porque tinha de acabar o ano). Estava ansiosa  por conhecer pessoas novas, a minha turma nova, os professores ,etc.
Finalmente, era o primeiro dia da escola. O meu primeiro dia na escola nova! No momento em que estava a caminho, no carro, comecei a ficar com medo… Cheguei. A minha mãe deixou-me no portão. Tocou. Fiquei desorientada. Nem sabia onde se situava a sala, não sabia falar português, logo, não podia perguntar a ninguém onde ficava. Mas, com a minha sorte, encontrei-a rápido. Os meus colegas ficaram a olhar para mim. Eu era diferente. Era estrangeira. Mas, para mim, eles também eram diferentes. Tinham todos cabelos escuro, olhos castanhos. Não percebia o que eles diziam, mas senti que eram simpáticos.
Passaram três meses. Comecei a entender português. A adorar a minha turma (fiquei muito contente por ficar nela e não noutra qualquer). Nos dias de hoje não mudei de opinião:  faço a coisa  de que gosto (a música) com pessoas que adoro e estou feliz.
(Texto editado)





 


Uma história da vida da Maria

Naquela altura eu deveria ter uns cinco, seis anos. Estava num centro comercial, com a minha irmã de três anos e o meu pai. Fomos  às compras, como fazíamos todas as sextas-feiras.
Houve um dia em que estava muito contente, pois o meu pai tinha-me comprado uma boneca de que gostei muito. Quando já estávamos a sair do centro comercial, ia aos saltinhos e muito à frente do meu pai da mina irmã. Não conhecia muito bem as portas de saída. Só havia duas, uma porta principal que era mais longe e uma porta secundária, que seria a porta onde deveria ter saído. Mas, com tanta felicidade, fui sempre andando até que... Parei, olhei para trás e apercebi-me de que não estava lá ninguém. Fiquei muito confusa na altura, e acho que comecei a chorar. 
Passados alguns segundos, uma senhora, com uma criança que deveria ter dez anos, veio ter comigo. Disse-me para ter calma e que iríamos encontrar o meu pai. Pouco tempo depois, o meu pai apareceu muito aflito à minha procura, eu vi-o e fui ter com ele.
Felizmente correu tudo bem, mas apanhámos um grande susto. Agradeci à senhora por ter ficado comigo, e fui para casa com o meu pai e nunca mais o larguei. 
 
(Texto editado)

terça-feira, 11 de março de 2014

Avaliação das exposições orais

Como já estão familiarizados com os "descritores" das provas intermédias, deixo-vos os "vencedores" das exposições orais:

GUIÃO

O guião deve ser esquemático, adequado ao tema, à duração (5 minutos), ao auditório e à finalidade. O equilíbrio entre a introdução, o desenvolvimento e a conclusão (a qual deve ocupar mais de 50% do tempo total da exposição) deve ser assegurado.


COESÃO E COERÊNCIA

 O discurso deve ser claro e organizado, distinguindo-se visivelmente as sequências discursivas, as quais devem ser articuladas entre si, de preferência com recurso a conetores. O registo de língua deve ser apropriado (embora com menos exigência do que no código escrito). Devem ser - como sempre - evitadas as repetições e os bordões de linguagem ("tipo", "supostamente"...).


ESTRATÉGIAS DISCURSIVAS


O discurso deve ser eficaz (o "teste-tipo" consiste em perguntar aos presentes duas coisas que retiveram da exposição. Não retiveram? É mau... Lembram-se de duas, ou três, ou quatro? É bom, muito bom.) O orador deve mobilizar recursos que criem sentidos e captem a atenção do público, podendo recorrer a figuras de estilo (como a interrogação retórica - ou não - e a ironia), ao humor, aos efeitos de surpresa...)


VOCALIZAÇÃO, RITMO E ENTOAÇÃO, POSTURA


O discurso deve ser claramente percetível, fluente, nem demasiado rápido nem excessivamente lento. A entoação deve mostrar o interesse do orador no tema abordado. Para manter a atenção, o auditório deve ser percorrido pelo olhar (nada de fixar os candeeiros da sala e l-i-v-r-e-m-se de olhar só para mim.). O orador pode gesticular e circular pela sala quando tal se justifique, mas não de forma artificial ou mecânica. As mãos nos bolsos são de evitar, tal como os balanços: para trás, para a frente; ponta do pé, calcanhar, ponta do pé; lado esquerdo, lado direito. Irritante e "distrativo".

BASTA gostar do tema, prepará-lo bem, enviar-me o guião para análise, fixar a sequência e os tópicos, cronometrar, respirar fundo e pensar: "Afinal, é só a minha professora e os meus colegas. Cinco minutos? Mas isso não é nada..."



Exposições orais: o guião

Um guião de apresentação oral é simples e tem muitos pontos em comum com a planificação de textos escritos.



1. INTRODUÇÃO
  • apresentação do tema








2. DESENVOLVIMENTO


  • tópico 1: ____________________________________________________________ 
  • tópico 2: ____________________________________________________________ 
  • tópico 3: ____________________________________________________________ 
  • tópico 4: ____________________________________________________________ 
  • tópico 5: ____________________________________________________________ 
 (...)






3. CONCLUSÃO


  • síntese
Parece-lhes pouco? É propositado, porque, se escreverem mais, têm tendência para ler o que escreveram (isto é, justamente o que não devem fazer). Limitando-se a escrever os tópicos, com uma simples olhadela certificam-se que não esqueceram nada de essencial.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

TPC

Caros alunos:

Relembro que os textos de opinião (modelo tese/antítese/síntese) devem ser enviados para o Centro de escrita (clicam em http://centrodeescrita.weebly.com/ e inscrevem-se). Bom fim de semana.