segunda-feira, 5 de maio de 2014

Viajar pode ser uma maneira de aprender


“Viajar pode ser uma forma de aprender” foi a frase proposta para tema deste trabalho. Tive de imediato muitas ideias, mas irei apenas apresentar duas. Considero este tema bastante apelativo e interessante.
Há cerca de dois anos fiz, com a minha família, uma pequena visita à Alemanha. Lá aprendi imenso sobre música. Não fazia a mínima ideia que Mozart tinha estudado na Alemanha, precisamente na cidade que visitei, ou que a Alemanha é o pais da música (e das salsichas). Visitei a escola que Mozart frequentou quando era jovem, várias lojas e artigos musicais, museus e muitas outras coisas. Adorei essa experiência e aprendi bastante com ela.
Este ano, no âmbito da disciplina de História, realizamos uma viagem de estudo a Barcelona. Visitámos o museu do Prado, o museu rainha Sofia, a Ópera Real, a Plaza Mayor, o Estádio São Barnabeu e vimos o exterior do Palácio Real. Foi mais uma grande experiência, onde aprendi muito sobre a história de Espanha, desde a arte ao turismo.
Penso que, no final, posso concluir que não há melhor do que aprender um pouco sobre os povos e culturas de outros países.

Mariana

Verdade ou mentira?


               

       O que distingue os seres humanos de todos os outros animais são precisamente as qualidades morais que cada um tem.

      A maldade é um sentimento muito feio. Ao longo da nossa vida e em determinadas circunstâncias cometemos algumas ligeiras maldades. Sem intenção de magoar ou prejudicar alguém.

Estas pequenas ações não definem o caráter da pessoa. São atitudes pontuais que nos definem.

Ao longo dos tempos, houve várias personagens ou acontecimentos que marcaram a história mundial pela sua maldade.

Há poucos dias, 8 de março, comemorou-se o dia Internacional da Mulher. Este dia é assinalado por uma atitude de extrema crueldade. Numa fábrica, em Chicago, trabalhavam 129 mulheres nas piores condições de humanismo e injustiça social. Como trabalhavam muitas horas e recebiam um salário reduzido, resolveram manifestar-se. O patrão deu as ordens para que se fechassem todas as portas da fábrica e mandou incendiá-la. Todas elas morreram no seu interior.

      Chegamos à conclusão que ao longo dos tempos, houve muita maldade, que compete cada um de nós lutar para que nunca aconteçam situações tão dramáticas e tão extremas. Contudo, no dia-a-dia, usam-se pequenas mentiras, ditas piedosas, para nos protegermos.

Refletindo sobre o assunto, concluo que uma vida de verdade e de boas ações é que engrandece o homem.
Anastasiia

domingo, 4 de maio de 2014

Línguas de perguntador: argumento



E, a propósito "do" Houaiss, resolvi transcrever as definições de palavras que usamos frequentemente nas aulas de Português. Assim, de acordo com o Dicionário da Porto Editora, um argumento é um raciocínio destinado a provar ou refutar determinada tese. E uma tese é... (questionam-se vocês). Neste caso (respondo eu) é o primeiro momento do processo dialético, ao qual se contrapõe uma antítese, gerando-se um conflito que se resolve numa síntese.
Nas aceções que nos interessam, o Houaiss diz-nos que argumento é uma prova que serve para afirmar ou negar um facto ou um recurso para convencer alguém, para lhe alterar a opinião ou o comportamento.
(ilustração retirada de http://imagens.publico.pt/)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Errata

No exercício 3. do grupo 3 da ficha de trabalho "Afinal, como é?" a resposta correta é a alínea c). Com efeito, o meu caríssimo Dicionário Houaiss atesta ambas as ocorrências; "papos" e "palpos" de aranha.



Ficheiro:Oxyopes salticus Kaldari 05 crop.jpg

Pior do que uma ação má é ser mau


No âmbito da calamidade que Adolf Hitler impôs durante a II Guerra Mundial, a citação apresentada por Dietrich Bonhoeffer defende uma posição da qual se retira a ideia de que a solução pode passar pela prática de um ato mau, justificável pelo efeito benéfico que provoca, que neste caso seria o homícidio de Hitler.

A meu ver, a morte de um indivíduo por si só é sempre condenável. Mas, no caso particular de Hitler, os seus atos e decisões tomaram um nível de extremidade desumana, que mesmo através de protestos e manifestações contra o regime, não seria alcançado o “abate” da ideologia hitleriana. Desta forma, não se vislumbra outra solução senão a aniquilação do ditador com vista à sobrevivência de aproximadamente 11 milhões de pessoas.

Por outro lado, existem casos de resistência pacífica que demonstraram sucesso: tal como Dietrich Bonhoeffer, Martin Luther King Jr. foi um pastor luterano e ativista político, que combateu a desigualdade racial através da não violência; um outro exemplo que nos é mais “chegado” prende-se com a Revolução de 25 de abril de 1974, em que não houve o recurso à violência para uma mudança de regime.

             Em suma, defendo que a vida de qualquer indivíduo nunca deve sequer ser colocada em causa, mas na situação de Adolf Hitler, apesar de ser uma opção bastante dura, o seu homicídio seria a única forma de proteger a vida de milhões de pessoas indefesas, não havendo nem qualquer tipo de tortura ou genocídio.
Filipe

A escolha de uma profissão: um assunto sério

A escolha de uma profissão é um assunto que exige bastante consciência. É importante que seja algo bem ponderado e que não leve a arrependimentos ou a qualquer tipo de lamentações no futuro; tem de se gostar do que se faz, uma vez que é algo que interfere na rotina do indivíduo.
É indispensável ter em conta vários factores para ser feita a escolha acertada, tais como os gostos pessoais, as hipóteses no mercado de trabalho, as aptidões de cada um e o ordenado que virá a receber (aproximadamente) - se conseguir um emprego.
É realmente importante escolher a actividade profissional certa, uma vez que uma má opção pode levar a depressões ou à mudança repentina de profissão, o que nem sempre corre da melhor forma. A realização a nível profissional é importante para o bem-estar de um indivíduo e, caso esse bem-estar não se verifique, a falta dela pode, então, levar à depressão (há inclusive reportagens sobre este facto). Em relação à mudança de actividade profissional, poderá prejudicar o indivíduo se este não conseguir arranjar emprego, levando-o ao desemprego, algo que acontece com frequência por ser uma decisão arriscada (existem também reportagens que o comprovam).
Para concluir, é indispensável uma pessoa ponderar, com noção da realidade, a sua profissão futura, com consciência de que é uma decisão para a vida.

As TIC, segundo a Beatriz

Na minha opinião, os jovens podem usar as Tecnologias de Informação e Comunicação como as usam, por um lado, mas por outro, não devem.
Os jovens podem usá-las para, por exemplo, comunicar com os amigos e a família, através da internet (redes sociais) e dos telemóveis. Mas, por outro lado, não as devem usar, pois, por exemplo, há jovens que não têm noção dos perigos da internet e das redes sociais. Isto, porque há casos de jovens que falam, virtualmente, com pessoas desconhecidas que se fazem passar por jovens, mas que, na realidade, não o são. Na minha opinião, outro aspeto mau das Tecnologias de Informação e Comunicação é que nas redes sociais há jovens que "partilham" coisas a mais e, assim, passam a não ter a sua privacidade, pois toda a gente fica a saber.
  Em suma, penso que as Tecnologias de Informação e Comunicação têm coisas más e boas.