segunda-feira, 5 de maio de 2014

Viajar e aprender


A meu ver, viajar e aprender são termos que se interrelacionam claramente. Em primeiro lugar, ter a possibilidade de viajar para outros pontos do mundo, por si só, já é fantástico, mas, claro, numa viagem, para grande parte das pessoas só permanecem na memória os momentos de lazer que usufruíram, acompanhados de alguém ou não. Bem, as viagens transmitem bastantes lições de vida, novos conhecimentos acerca de outras realidades, abrindo os horizontes de cada um de nós. E não é preciso deslocarmo-nos muito longe, já que até viajando no nosso próprio país, aprendemos muito mais. Por vezes, acabamos por o compreender com um olhar crítico e diferente.

            No meu caso em particular, não estou acostumado a ir a lugares longínquos. Sempre permaneci no Norte de Portugal, mas desconhecia que estava rodeado de tanta riqueza cultural.

            Um assunto que me entristece é o facto de muitas das maravilhas naturais e até locais com um grande interesse histórico estarem a ser deixados ao esquecimento, sendo até violentamente vandalizados.

            Em suma, quando temos a oportunidade de viajar devemos não só disfrutar dos momentos de lazer, mas também ir mais além e retirar algo mais do local onde estivemos e, porventura, aprender com outras culturas, mentalidades e ideais diferentes.
Filipe

Viajar pode ser uma maneira de aprender


“Viajar pode ser uma forma de aprender” foi a frase proposta para tema deste trabalho. Tive de imediato muitas ideias, mas irei apenas apresentar duas. Considero este tema bastante apelativo e interessante.
Há cerca de dois anos fiz, com a minha família, uma pequena visita à Alemanha. Lá aprendi imenso sobre música. Não fazia a mínima ideia que Mozart tinha estudado na Alemanha, precisamente na cidade que visitei, ou que a Alemanha é o pais da música (e das salsichas). Visitei a escola que Mozart frequentou quando era jovem, várias lojas e artigos musicais, museus e muitas outras coisas. Adorei essa experiência e aprendi bastante com ela.
Este ano, no âmbito da disciplina de História, realizamos uma viagem de estudo a Barcelona. Visitámos o museu do Prado, o museu rainha Sofia, a Ópera Real, a Plaza Mayor, o Estádio São Barnabeu e vimos o exterior do Palácio Real. Foi mais uma grande experiência, onde aprendi muito sobre a história de Espanha, desde a arte ao turismo.
Penso que, no final, posso concluir que não há melhor do que aprender um pouco sobre os povos e culturas de outros países.

Mariana

Verdade ou mentira?


               

       O que distingue os seres humanos de todos os outros animais são precisamente as qualidades morais que cada um tem.

      A maldade é um sentimento muito feio. Ao longo da nossa vida e em determinadas circunstâncias cometemos algumas ligeiras maldades. Sem intenção de magoar ou prejudicar alguém.

Estas pequenas ações não definem o caráter da pessoa. São atitudes pontuais que nos definem.

Ao longo dos tempos, houve várias personagens ou acontecimentos que marcaram a história mundial pela sua maldade.

Há poucos dias, 8 de março, comemorou-se o dia Internacional da Mulher. Este dia é assinalado por uma atitude de extrema crueldade. Numa fábrica, em Chicago, trabalhavam 129 mulheres nas piores condições de humanismo e injustiça social. Como trabalhavam muitas horas e recebiam um salário reduzido, resolveram manifestar-se. O patrão deu as ordens para que se fechassem todas as portas da fábrica e mandou incendiá-la. Todas elas morreram no seu interior.

      Chegamos à conclusão que ao longo dos tempos, houve muita maldade, que compete cada um de nós lutar para que nunca aconteçam situações tão dramáticas e tão extremas. Contudo, no dia-a-dia, usam-se pequenas mentiras, ditas piedosas, para nos protegermos.

Refletindo sobre o assunto, concluo que uma vida de verdade e de boas ações é que engrandece o homem.
Anastasiia

domingo, 4 de maio de 2014

Línguas de perguntador: argumento



E, a propósito "do" Houaiss, resolvi transcrever as definições de palavras que usamos frequentemente nas aulas de Português. Assim, de acordo com o Dicionário da Porto Editora, um argumento é um raciocínio destinado a provar ou refutar determinada tese. E uma tese é... (questionam-se vocês). Neste caso (respondo eu) é o primeiro momento do processo dialético, ao qual se contrapõe uma antítese, gerando-se um conflito que se resolve numa síntese.
Nas aceções que nos interessam, o Houaiss diz-nos que argumento é uma prova que serve para afirmar ou negar um facto ou um recurso para convencer alguém, para lhe alterar a opinião ou o comportamento.
(ilustração retirada de http://imagens.publico.pt/)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Errata

No exercício 3. do grupo 3 da ficha de trabalho "Afinal, como é?" a resposta correta é a alínea c). Com efeito, o meu caríssimo Dicionário Houaiss atesta ambas as ocorrências; "papos" e "palpos" de aranha.



Ficheiro:Oxyopes salticus Kaldari 05 crop.jpg

Pior do que uma ação má é ser mau


No âmbito da calamidade que Adolf Hitler impôs durante a II Guerra Mundial, a citação apresentada por Dietrich Bonhoeffer defende uma posição da qual se retira a ideia de que a solução pode passar pela prática de um ato mau, justificável pelo efeito benéfico que provoca, que neste caso seria o homícidio de Hitler.

A meu ver, a morte de um indivíduo por si só é sempre condenável. Mas, no caso particular de Hitler, os seus atos e decisões tomaram um nível de extremidade desumana, que mesmo através de protestos e manifestações contra o regime, não seria alcançado o “abate” da ideologia hitleriana. Desta forma, não se vislumbra outra solução senão a aniquilação do ditador com vista à sobrevivência de aproximadamente 11 milhões de pessoas.

Por outro lado, existem casos de resistência pacífica que demonstraram sucesso: tal como Dietrich Bonhoeffer, Martin Luther King Jr. foi um pastor luterano e ativista político, que combateu a desigualdade racial através da não violência; um outro exemplo que nos é mais “chegado” prende-se com a Revolução de 25 de abril de 1974, em que não houve o recurso à violência para uma mudança de regime.

             Em suma, defendo que a vida de qualquer indivíduo nunca deve sequer ser colocada em causa, mas na situação de Adolf Hitler, apesar de ser uma opção bastante dura, o seu homicídio seria a única forma de proteger a vida de milhões de pessoas indefesas, não havendo nem qualquer tipo de tortura ou genocídio.
Filipe

A escolha de uma profissão: um assunto sério

A escolha de uma profissão é um assunto que exige bastante consciência. É importante que seja algo bem ponderado e que não leve a arrependimentos ou a qualquer tipo de lamentações no futuro; tem de se gostar do que se faz, uma vez que é algo que interfere na rotina do indivíduo.
É indispensável ter em conta vários factores para ser feita a escolha acertada, tais como os gostos pessoais, as hipóteses no mercado de trabalho, as aptidões de cada um e o ordenado que virá a receber (aproximadamente) - se conseguir um emprego.
É realmente importante escolher a actividade profissional certa, uma vez que uma má opção pode levar a depressões ou à mudança repentina de profissão, o que nem sempre corre da melhor forma. A realização a nível profissional é importante para o bem-estar de um indivíduo e, caso esse bem-estar não se verifique, a falta dela pode, então, levar à depressão (há inclusive reportagens sobre este facto). Em relação à mudança de actividade profissional, poderá prejudicar o indivíduo se este não conseguir arranjar emprego, levando-o ao desemprego, algo que acontece com frequência por ser uma decisão arriscada (existem também reportagens que o comprovam).
Para concluir, é indispensável uma pessoa ponderar, com noção da realidade, a sua profissão futura, com consciência de que é uma decisão para a vida.