quinta-feira, 8 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Porque (cada dia mais)
Porque às vezes és chatinho mas eu gosto de te aturar
Porque me escondes as coisas todas mas eu gosto de andar contigo a procurar
Porque nem sempre estou nos melhores dias mas mesmo assim gosto de brincar contigo
Porque gostava de ser filha única
E ter todas as atenções para mim, mas gosto muito mais de as partilhar contigo
Porque me escondes as coisas todas mas eu gosto de andar contigo a procurar
Porque nem sempre estou nos melhores dias mas mesmo assim gosto de brincar contigo
Porque gostava de ser filha única
E ter todas as atenções para mim, mas gosto muito mais de as partilhar contigo
Porque dantes gostava de ti, mas cada dia que passa ainda gosto mais!
Adriana
terça-feira, 6 de maio de 2014
Marianafórica
Porque fazes aquilo que eu não faço, mas és tu.
Porque viver a vida como tu é magnífico.
Porque fazes da possibilidade uma realidade, mas és tu.
Porque és meu pai e eu adoro-te.
Porque não vais abaixo
E arriscas por aquilo que gostas.
Porque fazes da possibilidade uma realidade, mas és tu.
Mariana
Porque viver a vida como tu é magnífico.
Porque fazes da possibilidade uma realidade, mas és tu.
Porque és meu pai e eu adoro-te.
Porque não vais abaixo
E arriscas por aquilo que gostas.
Porque fazes da possibilidade uma realidade, mas és tu.
Mariana
Porque
Porque tu estás sempre do meu lado mas os outros não
Porque é compreensiva e tens muita paciência para me aturar
Porque me ensinas a viver mas os outros não se preocupam com isso
Porque me mostras o caminho que eu tenho de seguir
E mesmo se ficar chateada contigo, gosto muito de ti
Porque és a minha mãe mas os outros não
Anasatasiia
É preciso trabalhar
Hoje em dia, muitas pessoas são pressionadas a escolher uma
profissão pela vontade de outras ou pela média escolar.
Na minha opinião, as pessoas não se devem deixar influenciar
pelos outros na escolha da profissão. Por exemplo, se uma pessoa gostasse de
trabalhar na agricultura e fosse pressionada a trabalhar na indústria, isto
iria causar vários problemas. Imaginemos que essa pessoa ia trabalhar para a
fábrica, mas não gostava de trabalhar lá. Isto iria afetar gravemente o seu
rendimento. Por exemplo, em vez de produzir cem camisolas ao fim do dia,
produziria cinquenta. Depois, existe outro problema relacionado com a
felicidade. Se eu não estiver contente com o trabalho que faço, a vida
tornar-se-á mais aborrecida. No entanto, há certas profissões que têm mais
oportunidades de emprego. Logo, desde pequenos devemos ter noção de que, para
arranjar um trabalho, é preciso também trabalhar, que é o que falta nas pessoas
hoje em dia. Há certos jovens que chegam ao secundário e veem que não têm
resultados suficientes na escola para exercer o trabalho que pretendem.
Portanto, antes de escolher a profissão, temos de refletir,
se iremos ser felizes ou não com esta.
Pedro Francisco
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Apologia do diálogo
Atualmente, os mais jovens tendem a querer ser cada vez mais
independentes. No entanto, a opinião e ajuda de alguém mais velho ou com mais
experiência de vida é, indiscutivelmente, fundamental na vida dos mais novos.
Sou apologista do diálogo
e, como tal, penso que cada jovem deveria conversar e falar dos seus
problemas/dúvidas com alguém mais velho, que não tem de ser, propriamente, o
pai ou a mãe, nem mesmo alguém da família. O mais importante é todos ficarem
esclarecidos acerca dos obstáculos da vida.
Dando um simples exemplo,
um jovem que tenha de decidir o curso que terá de seguir no ensino secundário
ou no ensino universitário, deve pedir, na minha opinião, conselhos a um
adulto. No meu caso, que tenho de escolher o que seguir no secundário, estou a
ouvir conselhos e histórias de vida de várias pessoas, principalmente daquelas
que seguiram música. Posso afirmar que tem sido uma grande ajuda para a decisão
que tenho de tomar.
Não só para as decisões que
temos de tomar, mas também para as dúvidas e problemas de qualquer assunto,
devemos expô-los e não ter medo de falar. Existem, por exemplo, vários casos de
jovens que sofriam, ou na escola, ou em casa, por qualquer razão, e que puderam
“ser salvas” pelo diálogo.
Um conselho? Falem. Falem
com alguém da vossa confiança sobre os assuntos “que não vos deixam dormir” e
verão que os vossos problemas se solucionarão mais rapidamente.
Sara
Viajar e aprender
A meu ver,
viajar e aprender são termos que se interrelacionam claramente. Em primeiro
lugar, ter a possibilidade de viajar para outros pontos do mundo, por si só, já
é fantástico, mas, claro, numa viagem, para grande parte das pessoas só
permanecem na memória os momentos de lazer que usufruíram, acompanhados de
alguém ou não. Bem, as viagens transmitem bastantes lições de vida, novos
conhecimentos acerca de outras realidades, abrindo os horizontes de cada um de
nós. E não é preciso deslocarmo-nos muito longe, já que até viajando no nosso
próprio país, aprendemos muito mais. Por vezes, acabamos por o compreender com
um olhar crítico e diferente.
No
meu caso em particular, não estou acostumado a ir a lugares longínquos. Sempre
permaneci no Norte de Portugal, mas desconhecia que estava rodeado de tanta
riqueza cultural.
Um
assunto que me entristece é o facto de muitas das maravilhas naturais e até
locais com um grande interesse histórico estarem a ser deixados ao
esquecimento, sendo até violentamente vandalizados.
Em
suma, quando temos a oportunidade de viajar devemos não só disfrutar dos
momentos de lazer, mas também ir mais além e retirar algo mais do local onde
estivemos e, porventura, aprender com outras culturas, mentalidades e ideais
diferentes.
Filipe
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