segunda-feira, 2 de junho de 2014

Cenário de correção 9ºA (por tópicos)




Grupo I (parte A) c a b a c c

Grupo I (parte B)

  1. “minha voz”
  2. “cem ideias”, “a pureza”, “o sol, o fruto,/ a criança”, “a água, o deus, o leite, a mãe, / o amor”
  3. Amor (“a atenção começa a florir”, “estremeces como um pensamento chegado”, “tu arrebatas os caminhos da minha solidão”)
  4. A lembrança da pessoa a quem o sujeito poético se dirige acompanha-o de tal forma que nunca se sente só, pois essa imagem apodera-se da sua solidão.
  5. Sendo o amor um sentimento tão complexo e tão difícil de definir, o sujeito poético tem dificuldade em expressar o que sente pela pessoa em causa.

 

Grupo II

    1. Narrador não participante
    2. Caraterização física e psicológica direta + citações textuais
  1. (A baixo; abaixo)* Por que, porque; de que
  2. Presente do conjuntivo, 1ª pessoa do plural; pretérito perfeito composto do conjuntivo, 3ª pessoa do singular
  3. Dispõem, intervenho, (obteve)*, repunham, tinha recrutado, pudessem, houvesse
  4. Todos os alunos de 6º ano se sentiram aliviados após a prova. Alguém me disse que a prova era fácil. Talvez estejas a exagerar.
  5. Embora Quino tenha abandonado a personagem de Mafalda em 1973, venceu o prémio Príncipe das Astúrias 2014. Mafalda é uma personagem de tal modo multifacetada, que influenciou várias gerações. Quando Quino chega ao auditório, os espectadores aplaudem-no.  
  6. 1. (a); 2. (g); 3. (i); 4. (c); 5. (d)

Grupo III: resposta livre



* Pontuação reajustada


domingo, 1 de junho de 2014

Cenário de correção 9ºB (por tópicos)




Grupo I (parte A) c d b a b b

Grupo I (parte B)

  1. A pessoa amada (ou: a mãe, um filho)
  2. O sujeito poético confessa, por várias vezes, não saber como expressar o amor que sente pela pessoa em causa.
  3. Comparação e metáfora. Tanto com a comparação (“arrebatas os caminhos da minha solidão como se a minha casa ardesse pousada na noite”), como com as metáforas (“caminhos da solidão” e “a minha casa ardesse pousada na noite”), o eu lírico sugere que a sua solidão acaba com a presença do(a) destinatário(a) dos seus versos.
  4. Resposta livre.

 

Grupo II

  1. Narrador participante na 1ª pessoa + justificação
  2. Caraterização física direta (com implicações indiretas na caraterização psicológica; desse ponto de vista: mista) + justificação
  3. Resposta livre
  4. Houve, Por que, porque, trás, traz
  5. Presente do conjuntivo, 1ª pessoa do plural; pretérito perfeito composto do conjuntivo, 3ª pessoa do singular
  6. Dispõem, intervenho, interveio, supunha, tinha ganhado/tinha ganho, pudessem, houvesse
  7. Todas as notícias do jornal se referiam à Troika. Talvez haja muitas empresas em risco. Ninguém nos disse que as exigências de rigor chegaram ao fim.
  8. Se os alunos estudarem ciências sociais, interessar-se-ão por política. Embora as editoras publiquem cada vez mais livros, nem todos têm interesse. O Tiago toca tão alto que acorda todos os vizinhos.
  9. 1. (a); 2. (c); 3. (g); 4. (f); 5. (i)

Grupo III: resposta livre

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Porém, todavia, contudo: advérbios conetivos


Porém, todavia, contudo são « (...) casos distintos da conjunção coordenativa adversativa mas, (...) atualmente classificados como advérbios conetivos. Contrariamente ao que se passa com a conjunção (mas) de valor idêntico, os advérbios conetivos contudo, porém e todavia podem ocorrer em várias posições na frase, como, por exemplo, entre o sujeito e o predicado ou no início da frase. Repare-se nos seguintes exemplos: 
«Estou constipado, mas vou trabalhar.»
*«Estou constipado, vou mas trabalhar.» (mas é uma conjunção)
«Estou constipado. Vou, porém, trabalhar.»/«Estou constipado. Porém, vou trabalhar.»
«Estou constipado. Vou, contudo, trabalhar.»/«Estou constipado. Contudo, vou trabalhar.»
«Está frio, mas o João fica na praia.»/*«Está frio. O João, mas, fica na praia.» (mas é uma conjunção)
«Está frio. Porém, o João fica na praia.»/«Está frio. O João, porém, fica na praia.» (porém é um advérbio conetivo)
«Está frio. O João [contudo] vestiu uns calções.» (contudo é um advérbio conectivo)
Verificamos, através dos exemplos citados, que o enunciado introduzido pela conjunção mas faz parte de uma frase complexa (em que existe mais do que um verbo principal ou copulativo), sendo classificada como oração coordenada adversativa («oração coordenada que transmite uma ideia de contraste face a um pressuposto expresso ou implícito na frase ou oração com que se combina» – DT).
Ora, não é essa a situação das frases em que ocorrem os advérbios conetivos contudo, porém e todavia, em que há um único verbo principal. Trata-se, portanto, de frases simples. Se se quiser ser mais preciso na classificação, poder-se-á explicitar que são casos de frases simples com valor de contraste.»

O mesmo sucede com "no entanto" e "entretanto" com valor adversativo.


In http://www.ciberduvidas.com/, consultado em 30/5/2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

A influência da escolha da língua num teatro, ópera ou musical


Os musicais, óperas e as peças de teatro são sempre espetáculos memoráveis de se ver e de ouvir. No entanto, o espetáculo poderá tornar-se um verdadeiro desastre se o público não entender o que está a ser dito ou cantado, pelos atores, daí que a escolha da língua seja muito importante.

Para uma boa escolha da língua, esta deve ser feita consoante o país em que é exibida. Mas, pode ser exibida em vários países? Sim, nesse caso, existem  duas escolhas possíveis. Se o espetáculo exibido for uma peça, que ficou conhecido ao ser exibido num determinado local, a língua deve manter-se para que a magia do espetáculo seja preservada. Por outro lado, se o espetáculo for criado para ser exibido logo à partida por todo o mundo deverá ser escrito na língua universal da época (como por exemplo: o latim, na antiguidade e o inglês nos dias de hoje).

            A língua pode também pode ser escolhida em relação ao universo a que se pretende atingir, ou seja, se a peça é apenas direcionada para o público de um determinado país, a língua pode e deve, evidentemente, ser desse mesmo país. Por oposição, se o autor quer escrever para ser representado, primeiramente, no seu país, mas tem a ambição de que esta seja representada por todo o mundo, terá de criar uma versão na língua do país onde irá começar e uma versão na língua universal da época. Por outro lado, poderá também criar apenas uma versão na língua universal de forma a facilitar a sua internacionalização. Quando se trata de uma ópera é importante manter a língua base, pois a métrica das palavras tem de coincidir com a música escrita na época, nos outros casos, teatros, teatros de revista e outros, deve-se manter uma língua original.

            O público-alvo é um dos fatores que influencia a escolha da língua, pois até agora só foram abordados os aspetos anteriores, pensando numa audiência com idades entre 20 e os 55 anos, que respeita a um estrato da sociedade com conhecimentos ao nível das línguas. Quando falamos de crianças com menos de 10 anos, estamos a “atingir” um público que tem poucos conhecimentos ao nível das línguas estrangeiras, a língua tem de ser a sua língua materna e com um vocabulário simples. Como irão estes espetáculos tornar-se internacionais? Para que isso seja possível, é necessária a tradução do texto, mas mantendo a mensagem que se quer passar. E isso não se pode realizar nas outras obras porquê? Nas outras obras o vocabulário é mais elaborado e muitas vezes contém expressões típicas de cada país e, ao tentarmos traduzir muitas destas palavras e expressões, muda-se o seu significado. No caso das óperas e musicais, quando estes são elaborados altera-se também a música, perdendo assim a magia.

            Quando escrevemos uma obra temos sempre de pensar em várias coisas, como o público-alvo e o universo que se pretende “atingir”, para que a obra não seja uma “fachada” ou uma “seca”, pois as pessoas podem não perceber as palavras, uma vez que nas óperas, teatros e musicais não existem legendas nem discos auditivos com as traduções, logo a língua desempenha um fator muito importante.
 
Teresa

N.B. O tema da composição não foi o inicialmente proposto.
 

Porque Joana


Porque os outros têm cabelo liso mas tu não

Porque os teus caracóis me fazem lembrar

As ondas do mar

Porque a tua pele é como uma estrela, mas mais brilhante

 

Porque tens sorriso calmo

E alegre, com gargalhadas que amo

Porque és perfeita, mas eu não

terça-feira, 27 de maio de 2014

"A galinha", segundo o 9ºC


Guião

Cena 1

(Feira. Mãe, Tia, Vendedora, Tio, Pai, Figurantes)

MÃE (olhando para uma galinha de barro)

- Olha que galinha engraçada!

- Quanto custa?

VENDEDORA

- Vinte mil réis.

MÃE

- Dou-lhe, no máximo, dez mil réis.

VENDEDORA

- Não, senhora!

- Olhe que é uma galinha muito boa, feita à mão!

MÃE

- Doze mil!

VENDEDORA

- Pronto, doze mil e duzentos e não se fala mais nisso!

(A mãe paga a galinha. A tia aproxima-se, mas a vendedora não se apercebe de que há um laço de parentesco entre elas)

TIA

- Quanto custa a galinha?

VENDEDORA

- Vinte mil réis.

TIA (aos berros, atraindo as atenções de todos os compradores das imediações)

- Eu não ando aqui a roubar carteiras!!!

VENDEDORA

- Pronto, acalme-se! Quinze mil…?

TIA

- É que nem pensar! Só pode estar a brincar.

VENDEDORA

- Pronto, doze mil e é para perder dinheiro…

TIA

- Olhe que ali na Mira é mais barato!

VENDEDORA

- Dez. É a minha última palavra.

TIA

- Eu só trago sete mil e quinhentos comigo, é pegar ou largar!

VENDEDORA (desistindo)

- Pronto, fique lá com a galinha, mas não diga a ninguém que lhe fiz este preço.

MÃE (indignada)

- Então “bocê” vende-lhe a ela por sete mil e quinhentos, e a mim por doze mil e quinhentos?!

VENDEDORA (atrapalhada)

- Oh, oh, oh minha senhora… Foi por ser a última…

TIA

- Pois foi. Então tu não vês que esta galinha é diferente?

MÃE

- Diferente em quê?

TIA (subindo o tom de voz)

- Então não se vê que é diferente? Que a tua tem o bico mais perfeito? E o rabo? Isto é lá rabo que se compare?...

MÃE (ironicamente)

- Mas se gostas mais desta, leva-a, mulher.
(...)

domingo, 25 de maio de 2014

O verbo "medir"

A forma correta é meço.
É a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo medir.
Messo
é a primeira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo messar, que significa «tirar a cortiça».


(In http://www.ciberduvidas)