sexta-feira, 20 de junho de 2014

Porque os mares te ouvem

Porque  os outros não se importam mas tu sim,
Porque eles são egoístas e ambiciosos,
Para alcançarem os seus objetivos,
Porque os outros não são amáveis mas tu sim.




Porque eles são fúteis e insensíveis,
E nunca pensam no semelhante,
Porque eles não são gentis mas tu sim.





Porque os mares te ouvem mas eles não,
Porque tu és a minha deusa e eu teu,
És a luz dos meus dias, o sol que me aquece,
Porque tu me ajudas mas eles não.





Porque és rainha e princesa,
E comandas com sabedoria,
Porque tu és única mas eles não.




Diogo F

domingo, 15 de junho de 2014

"Esta, no fundo, é a nossa profissão, a nossa atividade..."

Já sabem que eu "embirro" solenemente com a palavra dica, mas ainda assim, acho que este vídeo vale a pena.




Imagem retirada de http://imagens3.publico.pt/

Depois de estudar, relaxar

Depois de tudo estudado, devem relaxar um bocadinho. Se já reviram tudo (espero que sim), deixem para segunda ao fim da tarde uns joguinhos no http://www.ciberescola.com/.


Deitar cedo, dormir bem, tomar um bom pequeno-almoço, vestir roupa confortável, pôr um relógio para melhor controlar o tempo disponível (conto contigo, Filipe), verificar os documentos e o material, deixar o telemóvel em casa, chegar a horas (estás aí, Alexandre?), ir ao quarto de banho (entendido, Ineses?), concentrar-se, mostrar-se no seu melhor... e já está!, um ciclo que terminará em beleza após a prova de Matemática. Depois, umas férias a perder de vista.

sábado, 7 de junho de 2014

Oh as notas as notas as notas





Odeio dar notas. Avaliar é medir, contar, somar, subtrair, seriar. E eu detesto tudo isso. O caráter definitivo das notas do terceiro período, então, agonia-me. Penso nelas longamente, faço o melhor que posso. Mas agonizo. Uso grelhas, digo – e é verdade – que não dou notas, que os alunos é que as tiram: racionalizo. Agonizo. E depois: como dar notas inferiores a cinco a pessoas que são para mim muitíssimo mais do que esse valor que, no fim do ano, se lhes apõe?


Sim, como dar menos do que cinco à Adriana dançando e tocando clarinete, ao sorriso da Sara, à postura da Raquel, ao Bird que há no Arnaldo, à confiança da Sara M., à delicadeza da Beatriz, aos cabelos à Botticelli da Ana Catarina, ao imaginário da Maria P., à sageza do Filipe, à rebelião da Mariana P., à seriedade da Alexandra, ao ar de pajem de Nuno Gonçalves do Rui, à vozinha da Isabel, ao apoio do Ricardo C., à pele da Inês T., à metamorfose da Maria Inês em concerto, às covinhas da Inês P., à constância do Pedro F., ao louro improvável da Anastasiia, ao sossego da Ana Carolina, à loquacidade do Diogo F., à fiabilidade da Inês P., ao segredo dos olhos do João Nuno, à tranquilidade da Maria João, à escrita do Diogo C., aos caracóis do Carlos, à placidez da Maria L., à convicção da Inês A., à rouquidão do Ricardo F., à alteridade do David, à tez do Joaquim, ao enigma do Alexandre B., aos gestos da Ana Clara, à intensidade da Carolina, ao lado “Hair” da Marta I., à elasticidade do Artur, à inspiração da Luana, ao sotaque da Inês S., à altivez da Lia, à boa disposição do João de P., ao azul total do Gil, à sedução da Matilde, às certezas do Tiago, ao lado Borges do José, à versatilidade da Teresa, às intervenções do Duarte, à intemporalidade da Marta A., à criatividade da Andra, ao mistério da Mariana V., à tímida revolução da Joana, à segurança da Helena, ao juízo do Leonardo, aos planos textuais do António, às formiguinhas da Filipa, à poesia do Alessio, à presença da Bárbara, à fronte do Daniel, ao enleio da Constança, à compreensão do Nuno, à graciosidade da Carlota, à simpatia do Pedro B., à voz dolente do Diogo P., ao encanto da Eva, ao fervor da Mariana, ao aprumo da Ana J., à quietação da Matilde M. e à brilhanteza do Alexandre S., que foi por onde tudo começou…?