Eu devia ter uns dez anos quando isto sucedeu.
Era verão e estava em Espanha, Baiona. O tempo estava bom, o sol via-se bem e não havia nuvens em redor dele. Ia dar uma volta de barco com os meus primos. Os meus primos, que ficariam lá até ao final do verão para participarem numa regata, usavam todos uma camisola a dizer “MARIAS” . O mastro do iate tinha um cabo solto para puxar as velas, mas como as velas iam recolhidas, podíamos brincar no cabo.
Usávamos o cabo como liana e, mal víamos água debaixo dos nossos pés, atirávamo-nos como o Tarzan. O barco parou a mais de um quilómetro da praia. Pegámos no barco mais pequeno e fomos para uma ilha. Disseram-nos que quem quisesse podia ir a nado e empurraram-me borda fora.
A praia estava longe e debaixo de nós a água era escura, fria e não se via nada à nossa volta. A praia estava a mais de cem metros de nós. Quando cheguei à costa, estava morto de cansaço. Deitei-me na areia com a água a bater-me na cara.
Pelo menos, aprendi a nadar (melhor).
Era verão e estava em Espanha, Baiona. O tempo estava bom, o sol via-se bem e não havia nuvens em redor dele. Ia dar uma volta de barco com os meus primos. Os meus primos, que ficariam lá até ao final do verão para participarem numa regata, usavam todos uma camisola a dizer “MARIAS” . O mastro do iate tinha um cabo solto para puxar as velas, mas como as velas iam recolhidas, podíamos brincar no cabo.
Usávamos o cabo como liana e, mal víamos água debaixo dos nossos pés, atirávamo-nos como o Tarzan. O barco parou a mais de um quilómetro da praia. Pegámos no barco mais pequeno e fomos para uma ilha. Disseram-nos que quem quisesse podia ir a nado e empurraram-me borda fora.
A praia estava longe e debaixo de nós a água era escura, fria e não se via nada à nossa volta. A praia estava a mais de cem metros de nós. Quando cheguei à costa, estava morto de cansaço. Deitei-me na areia com a água a bater-me na cara.
Pelo menos, aprendi a nadar (melhor).
João de P. (9ºB)
Texto editado
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