Os meus alunos escrevem e dizem coisas que me enchem de um orgulho injustificado, pois o mérito é todo deles.
Ainda hoje: estava eu, a propósito de indícios, a falar dos narradores pouco fiáveis em Agatha Christie e a referir duas obras cujo narrador é o assassino, quando a Inês A. se sai com o título que me escapava: O assassinato de Roger Akroyd.

Na outra turma, a propósito de analepses e prolepses, o António explica-me as subtilezas do enredo de "Lost" (que eu, lamentavelmente, não vi). E depois o Arnaldo mostra-me um texto ótimo, que me põe a pensar: «Mas como, se ainda não estudamos o Adamastor?» A resposta vem pronta: anda a ler Mensagem, de Fernando Pessoa.
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