Ano novo, todo o povo,
Seis dias após o Natal.
Para uns bem complicado,
Devido ao estado nacional.
Uns levam roupa azul,
E dinheiro na carteira,
Existem os crentes,
Que também saltam da cadeira
Para muitos uma história,
Recordam na memória.
De quando deitavam fora,
Agora vivem sem glória.
Realidade é dura,
Tristemente pura,
Aproveita enquanto dura,
Depois, tudo o tempo cura.
Mas devemo-nos afastar,
De todo o mau pensamento.
Que só fiquem coisas boas,
Outras voam com o vento.
O que eu quero é família,
Uma roda de improviso
E sair todas as manhãs
De casa com um sorriso.
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