quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Ano Novo, ritmo novo


Ano novo, todo o povo,

Seis dias após o Natal.

Para uns bem complicado,

Devido ao estado nacional.

Uns levam roupa azul,

E dinheiro na carteira,

Existem os crentes,

Que também saltam da cadeira

 

Para muitos uma história,

Recordam na memória.

De quando deitavam fora,

Agora vivem sem glória.

Realidade é dura,

Tristemente pura,

Aproveita enquanto dura,

Depois, tudo o tempo cura.

 

Mas devemo-nos afastar,

De todo o mau pensamento.

Que só fiquem coisas boas,

Outras voam com o vento.

O que eu quero é família,

Uma roda de improviso

E sair todas as manhãs

De casa com um sorriso.

 
Arnaldo (aliás, Bird)

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