segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Uma descoberta épica...

... ou quase: o "site" de conteúdos educativos
http://www.ciberescola.com/. Registei-me como estando no nono ano e gostei muito. Pronto, eu admito: fui um pouco hiperbólica. Mas vale a pena espreitar.
 

O Consílio dos Deuses em 120 palavras

 
Neste episódio, Consílio dos Deuses, reúnem-se no Olimpo todos os deuses, a pedido de Júpiter, a fim de decidirem o destino dos Portugueses no Oriente.

Durante o consílio, os deuses apresentam opiniões contrárias: a favor do povo português está Vénus, apoiada por Marte, que vê nos Portugueses qualidades idênticas às do povo romano; contra eles está Baco, que teme que os seus feitos no Oriente possam ser esquecidos se por lá passar o povo Lusitano. Por fim, Júpiter decide que deve ajudar os Portugueses, por já terem provado que são merecedores de tal auxílio.

Este episódio enaltece mais uma vez o povo português durante a época dos Descobrimentos, visto que todos os deuses se reúnem para decidir o seu futuro.
 
Alexandre

O Consílio dos Deuses em 107 palavras

O Consílio dos Deuses foi convocado por Júpiter para tratarem do futuro dos Portugueses, os quais pretendem chegar à Índia por mar. Como Júpiter reconhece o valor deste povo, decide ajudar os navegadores a encontrar um sítio seguro onde possam parar.
Durante o Consílio, gerou-se uma discussão entre Vénus, Marte e Baco.
Baco opunha-se a apoiar os portugueses, enquanto Vénus e Marte queriam ajudar o povo português. Júpiter decide a favor de Vénus e Marte, que vão, assim, ajudar os portugueses.
Este Consílio foi bastante importante na glorificação e engrandecimento dos Portugueses porque Júpiter, Vénus e Marte acreditaram que os habitantes de Portugal eram valorosos e merecedores.
 
Ana Carolina
(texto editado)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O Consílio dos deuses em 120 palavras


O episódio do “Consílio dos Deuses” é convocado para decidir o futuro dos Portugueses no Oriente.

Inicialmente, Júpiter faz uma introdução dizendo que está do lado do povo português, pois trata-se de um povo guerreiro e corajoso; seguidamente, Baco intervém, visto que não concordava com Júpiter, pois receava que os Portugueses lhe retirassem a glória; pouco depois, Vénus defende-os, porque era um povo de paixões intensas e que a venerava; finalmente, Marte termina a discussão, dizendo que os Portugueses, pelo seu passado glorioso, mereciam o apoio dos deuses.

Em conclusão, este episódio engrandece os Lusitanos, não só pelo facto de os deuses terem convocado um conselho de propósito para eles, mas também porque alguns deuses receavam ser ofuscados pelos Portugueses.

Carlota
(texto editado)

O Consílio dos deuses em 120 palavras


O episódio “O Consílio dos Deuses” d’”Os Lusíadas” refere a convocatória dos deuses, por parte de Júpiter, para se decidir o futuro do glorioso povo Lusitano.

Júpiter expressa-se como apoiante dos Portugueses e retrata os nobres feitos deste povo. Naturalmente, criou discórdia: por um lado, Baco opõe-se a ajudar, pois teme o seu esquecimento; por outro, Vénus mostra-se favorável, opinando sobre as qualidades dos Portugueses, que eram descendentes dos Romanos, detinham uma língua semelhante à latina e eram um povo de “paixões intensas”; por último, Marte elogia-os, dirigindo-se a Júpiter.

Em suma, este episódio veio engrandecer e dignificar os Portugueses, explicitando os elogios dos deuses e os seus feitos heróicos. A simples existência desta reunião mostra a grandeza dos Portugueses.


Mariana 9ºB

(texto editado)

O Consílio dos deuses em 120 palavras

Os deuses reuniram-se num consílio, cuja finalidade era discutir o futuro dos Portugueses na sua viagem à Índia.
Na reunião intervieram Baco, Vénus e Marte. Baco, ao contrário de Júpiter, defendia que os portugueses não deviam ser ajudados, pois temia ser esquecido no Oriente.
Por outro lado, Vénus e Marte defendiam a opinião de Júpiter. Vénus justificava-se dizendo que gostava dos Lusitanos por serem românticos e por terem uma língua derivada do latim. Marte argumentava que era um povo guerreiro (e talvez tivesse uma antiga paixoneta por Vénus). Avisou Júpiter de que se mudasse de opinião, seria um fraco.
Este consílio fez com que os Lusitanos se tornassem maiores, dada a importância dada pelos deuses à sua chegada à Índia.

Mariana
(texto editado)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Um concurso mesmo, mesmo a calhar...

Cof, cof, cof

Estudamos o episódio de Inês de Castro de Os Lusíadas como tudo, agora: depressa, com objetivos, tendo em mente o estribilho: todos os descritores das Metas Curriculares de Português são «ensináveis, treináveis, avaliáveis».
Tenho alguma tendência para pensar que o gosto pela leitura se transmite como uma doença, se inocula como um vírus, se reproduz como uma bactéria. Comigo foi, e é, assim. Em alturas diferentes, apanhei a gripe de Jorge Luis Borges, a tosse de Eça e a melancolia de Virginia Woolf. Tenho o reumatismo de Agustina e já fiquei acamada como Proust. O mal de Roth foi a última enfermidade séria que me atingiu. Mas sou muito dada a achaques...
Às vezes apetece-me ficar doente (uma variante benigna, sem febre nem dores de cabeça) só para poder ficar em casa a ler. Claro que não posso: vou para a escola para - na medida das minhas possibilidades - ensinar, treinar, avaliar. Agora ensino (ensinarei?) o episódio de Inês de Castro. Nâo sei. O que eu sei é que gostaria que os meus alunos, que estudam num Conservatório e são destinatários privilegiados da 6ª edição do Concurso Inês de Castro (que este ano põe em evidência as artes performativas) concorressem e mostrassem o que valem.

Alegrias que os meus alunos me dão

Os meus alunos escrevem e dizem coisas que me enchem de um orgulho injustificado, pois o mérito é todo deles.
Ainda hoje: estava eu, a propósito de indícios, a falar dos narradores pouco fiáveis em Agatha Christie e a referir duas obras cujo narrador é o assassino, quando a Inês A. se sai com o título que me escapava: O assassinato de Roger Akroyd
 
 
Na outra turma, a propósito de analepses e prolepses, o António explica-me as subtilezas do enredo de "Lost" (que eu, lamentavelmente, não vi). E depois o Arnaldo mostra-me um texto ótimo, que me põe a pensar: «Mas como, se ainda não estudamos o Adamastor?» A resposta vem pronta: anda a ler Mensagem, de Fernando Pessoa.

Receita para um bom Ano Novo

            Uma receita para um bom Ano Novo: sei que pode parecer difícil, mas, na realidade, é tão fácil como fazer um bolo... Basta pensar, a cada momento de cada dia, se nos estamos realmente a esforçar por ter um bom ano; ou se, pelo contrário, nos aborrecemos com aquilo que nos corre mal e perdemos o nosso valioso tempo a queixarmo-nos. Em vez disso, devemos tentar mudar o que fizemos de errado, de modo a que, ao encontrarmos um novo problema, estejamos preparados para lidar melhor com ele.
            Obviamente, também devemos ter a consciência de que o ano tem doze meses. Não tem apenas um ou dois, nem tão somente dez ou onze. Tem doze. O problema de muitos é que, apesar de se esforçarem, a princípio, por terem um bom Ano Novo, não persistem em continuar dessa forma. Chegamos a meados de janeiro e parece que todos os nossos propósitos e objetivos para o novo ano se desvanecem. É como se o “Ano Novo” já tivesse passado e agora tudo tivesse voltado ao normal. «Talvez para o ano, no próximo “Ano Novo”...», pensamos nós. No entanto, tal como em qualquer outra receita, devemos ter em conta que nem sempre somos bem sucedidos à primeira tentativa. Por vezes, esquecemo-nos do bolo no forno e ele fica queimado. Outras vezes, damos prioridade a distrações e preocupações que nos afastam daquilo que é verdadeiramente importante. Mas não devemos ficar aborrecidos ou desanimados. Tal como em qualquer outra receita, somente a prática leva à perfeição.

 Alexandre

Receita para humanizar o mundo


Ingredientes:

- 100g de liberdade;

- 300g de solidariedade;

- 500g de boa vontade;

- 250g de ética;

-200g de responsabilidade;

- 150g de altruísmo;

- 150g de princípios morais.

Modo de preparação:

Num recipiente, juntar a ética e os princípios morais. Mexer com muito boa vontade. Depois de tudo bem temperado e assimilado, acrescentar solidariedade q. b.* e continuar a mexer até ficar homogéneo. De seguida, acrescentar a esta massa responsabilidade e altruísmo. Coloca-se no forno durante uma hora.

Finalmente, tira-se do forno esta “massa humana”, cobre-se de liberdade e está pronto para humanizar este mundo cada vez mais desigual, injusto, mas que não poderá escapar à aplicação desta receita.

 

*q. b. – quanto baste

Receita de Ano Novo



Tempo de preparação: uma questão de segundos

Tempo de cozedura: talvez uma vida inteira

Dificuldade: fácil

Ingredientes:

ü  ½ dúzia de ovos da sorte;

ü  2 litros de felicidade;

ü  1 boa dose de saúde;

ü  150g de amor;

ü  100g de vontade e iniciativa;

ü  1 grande dose de amigos (daqueles que não têm preço) e família;

ü  1 pitada de dinheiro e trabalho.

Preparação:

            Unte a sua vida com uma dose grande de amigos e família. De seguida, bata os ovos da sorte para que ajude a evitar algumas dificuldades. Depois, misture a felicidade, a saúde e o amor até ficar tudo bem sólido. Junte, seguidamente, a vontade e iniciativa. Agora, recheie tudo com trabalho e uma pitada de dinheiro.

            Certifique-se que mantém esta receita bem cozinhada ao longo da sua vida e, agora, seja feliz!

 
Sara

 

 

Receita anual


 
  O Natal é já passado, mas o espírito permanece, com o espírito os valores e a esperança mantêm-se.
  Agora no Ano Novo, divida cada mês em 30 partes, e a pouco e pouco prepare-as, misturando muito bem os ingredientes.
No primeiro dia, uma porção de motivação, dedicação, muito trabalho e iniciativa para alcançar o sucesso. No segundo dia, para além dos ingredientes já envolvidos, adicione confiança, persistência e algum brio para obter o reconhecimento. Para o terceiro dia da receita:junte amor, as pessoas que gosta e companheirismo, pois a união faz a força. Humildade, tolerância e um grande sentido de humor para encarar as circunstâncias da vida de uma forma positiva, para o quarto dia.
E todos os dias acrescente mais porções destes e de outros ingredientes.
Assim terá um Ano Novo com felicidade e conseguirá adquirir a realização pessoal. 
Sara
(texto editado)

Um belo fim de tarde de quarta, aqui em Braga

 

Ciclo “Música & Literatura”: A MÚSICA EM JORGE DE SENA

QUA 29 JAN 19,00h
 
“Se todas as artes me são necessárias à vida como o ar que respiro, a música ocupou sempre, entre elas, e em relação a mim, um lugar especial”. JORGE DE SENA
Direcção artística: Elisa Lessa | Palestra: Maria do Carmo Mendes | Piano: Daniel Cunha
M6
 
Lido em http://www.theatrocirco.com/agenda/evento.php?id=1154

Jorge de Sena e a música


 
 
 

“La Cathédrale Engloutie”, de Debussy – “Creio que nunca perdoarei o que me fez esta música”- 31/12/64
Ouvindo Canções de Dowland – “Desta música não ouço mais do que a“ – 29/12/1960
Prelúdios e Fugas de J. S. Bach, para Órgão – “Esta conversa harmónica que inventa” – 19/12/1964
Concerto “Brandenburguês” No. 1, em Fá Menor, de J. S. Bach – 4/5/1963
Bach: Variações Goldberg – “A música é só música, eu sei. Não há” – 9/1/1966
Water Music, de Händel – “Sobre o rio descem” – 16/3/1964
Wanda Landowska Tocando Sonatas de Domenico Scarlatti – “Ouço-a tocar estas sonatas” – 7/4/64
Ainda as Sonatas de Doménico Scarlatti, para Cravo – “Nesta percussão tecladamente dedilhada como violas pensativas” – 10/5/1964
“Andante con Variazioni”, em Fá Menor, de Haydn – “Firmemente suave e docemente atenta vai seguindo em variações serenas” – 12/11/63
A Criação, de Haydn – “Felizes estes homens que podiam escrever da Criação” – 8/3/1973
Sonata No. 11, para Piano, K 331, de Mozart – “Sonata sim, mas variações que” – 26/9/1965
Concerto em Ré Menor, para Piano e Orquestra, de Mozart, K 466 – “Finíssima amargura recatada” – 24/2/1964
Mozart: Andante do Trio K 496 – “Esta frase emerge súbita no trio saltitado” – 23/1/73
Fantasias de Mozart, para Tecla – “Entre Haydn e Chopin, aberto para o que um foi” – 18/9/1965
“Requiem” de Mozart – “Ouço-te, ó música, subir aguda” – 15/10/1967
Missa Solene, Op. 123, de Beethoven – “Não é solene esta música” – 2/11/1964
Ouvindo o Quarteto Op. 131, de Beethoven – “A música é, diz-se, o indizível” – 10/10/64
Canções de Schubert sobre Textos de Wilhelm Müller – “Eram poemas para o sentimentalismo vácuo” – 20/4/1974
Sinfonia Fantástica, de Berlioz – “Programas, poetas, sonhos de ópio” – 23/10/64
Chopin: um Inventário – “Quase sessenta mazurcas; cerca de trinta estudos” – 19/12/66
Ouvindo Poemas de Heine como “Lieder” de Schuman – “Nunca talvez tão grande poesia encontrou sua grande música” – 27/4/64
A Última Música de Liszt para Piano – “Debussy? Scriábine? Bartok?” – 17/3/73
A Morte de Isolda – “Nesta fluidez contínua de um tecido vivo” – 8/3/64
Final da “Valquíria” – “Deuses podiam de um Valhala em chamas” – 4/7/73
Marcha Fúnebre de Siegfried, do “Crepúsculo dos Deuses” – “Na tarde que de névoas se escurece” – 13/1/74
Pobre Brückner – “Monumental, informe, derivante” – 19/11/71
Oitavas, Ouvindo a Primeira Sinfonia de Brahms – “Da música ao sentido, que palavra” – 8/4/63
“Má Vlast”, de Smetana – “Para se amar uma pátria assim, com tal pompa e tal doçura” – 1/10/64
“Boris Godunov” – “O velho honestamente escreve a História” – 8-9/1/72
“Romeu e Julieta”, de Tchaikowsky – “Ele era muito jovem quando imaginou este poema” – 24/5/64
“La Bohème”, de Puccini – “É ‘romântica’, sentimental, mesmo piegas” – 26/7/64
“Principessa di Morte” – “Foi quando Liu se matou para não revelar o nome do príncipe” – 7/8/64
“Festas”, de Debussy – “É como se as ruas de Florença se abrissem no espaço” – 6/12/64
“Das Lied von der Erde”, de Mahler – “São versos de poeta chinês. Depois de sabermos” – 8/5/63
Mahler: Sinfonia da Ressurreição – “Ante este ímpeto de sons e de silêncio” – 28/7/67
“Assim Falou Zaratustra”, de Richard Strauss – “Nem o Zaratustra de Zaratustra, nem” – 11/9/65
Final da Segunda Sinfonia de Sibelius – “Se alguma vez clamor pela grandeza” – 27/3/66
Erik Satie para Piano – “As notas vêm sós por harmonias” – 9/1/72Ouvindo o “Sócrates” de Satie – “Tão sábio, sereno e calmo” – 8/1/72
Concerto para Orquestra, de Bela Bartok – “Como amargura leve brinca com a morte” – 29/5/64
“Noite Transfigurada”, de Schönberg – “Como tão tensas cordas” – 28/9/64
Concerto de Piano, Op. 42, de Schönberg – “Seria pouco dizer que é o desespero” – 21/10/63
A Piaf – “Esta voz que sabia fazer-se canalha e rouca” – 6/10/64“Pot-Pourri” Final – “Chegou e disse: – Caríssimo!” – 29/2

 


 

sábado, 18 de janeiro de 2014

Ano novo, vida nova


Ano novo, vida nova

Concretização de um sonho,

Uma nova vida começa

mas as minhas mãos ponho,

 

Ponho as mãos na consciência

Vejo erros que cometi,

A emoção e a essência

De tudo o que perdi.

 

Ano novo, vida nova

Este é o lema,

Mas isto acabou

Vamos mudar de tema,

 

Trabalho, entrega

E dedicação

Melhorar o que fizeste

É a tua missão

 

Ano novo, vida nova

Não basta apenas dizer

Tens que lutar pelo que queres

Vais ter que sofrer,

 

Mas não vejas isto como um problema

Isto é um jogo, e vais ter que jogar,

E quando piscares os olhos

Ele vai estar a acabar.

 

Ano novo, vida nova

Põe as cartas na mesa,

Pois assim o ano será melhor,

Podes ter a certeza.

 
Alessio

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Receita infalível para saber mais

Soube recentemente deste projeto interessantíssimo que nos pode ser muito útil este ano. Cliquem aqui e adiram!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Receita para um Mestre do Crime


Tempo de preparação: 25 a 50 anos
Dificuldade: fácil
Preço: milionário
Pegue num homem vulgar: nem alto, nem baixo, nem gordo, nem magro. Descasque com cuidado para não o marcar, tirando-lhe todo o escrúpulo e toda a piedade. Lave-o de toda a caridade e coloque-lhe palas nos olhos, de modo a que só possa olhar para si mesmo.
Numa frigideira já aquecida com azeite, limão (o bastante para azedar), e contactos bem posicionados, despeje um frasco de ambição, intriga bem picada e manha cortada aos cubos. Mexa constantemente até ferver. Nessa altura, baixe o seu lume e coloque lá o seu homem. Se não ficar totalmente submerso no molho, junte mais um pouco de ambição.
Enquanto a carne cozinha, prepare um arroz de (criminosos) miúdos. Compra-se em qualquer prisão do país. Basta estupidificá-los num robô de cozinha e cozer numa panela cheia até dois terços com medo. Tempere com cobardia e dívidas q.b.
Assim que o seu homem ganhar uma leve cor endinheirada, transfira o conteúdo da frigideira para um pirex, ponha o arroz de miúdos por cima, uma folhinha de salva para dar gosto, e leve ao forno. O homem deverá crescer, absorvendo o arroz e o molho. Depois, retire do forno, regue com vinho do Porto do tempo do seu avô, e polvilhe com notas rasgadas.
Sirva livre.
Maria
Texto publicado com ligeiras alterações

Receita para o ano novo



Nos finais de novembro já se ouviam as pessoas com um ar de esperança - e até uma certa emoção, a dizer:

- Este novo ano é que vai ser! ;

- Eu estou com fé que vou conseguir tudo o que sempre quis no próximo ano! ; entre outras….

E como eu percebi que muitas pessoas precisam de uma espécie de «receita» para o novo ano, decidi criar uma para que toda a gente pudesse ter o seu sonho realizado:

INGREDIENTES

·         300 g de amor

·         155 g de tolerância

·         4 melhores amigos presentes

·         1 colher ou 2 de caridade

·         0,5 dl de esperança

·         300 g de pura vontade

·         1 cálice de persistência

·         Momentos felizes q.b.

·         Raspas de imaginação

·         Umas gotas de precaução

·         80 g de inteligência

·         40 g de bom senso

·         50 g de sorte

·         Confiança moscada

Preparação

Unte o seu ano novo de fundo flexível (para estar preparado para todas as situações) com amor e tolerância. Polvilhe com fé e esperança. Volte a sua vida a 180º durante 365 dias. Junte os 4 melhores amigos com o seu bom senso (muito importante para dar uma característica especial) e bata até ficar numa mistura homogénea. Adicione de 125 em 125 dias 100 g de pura vontade (não se esqueça, se não, o bolo pode ficar queimado e com um sabor azedo) para correr sempre tudo bem. Acrescente as raspas de imaginação alternando com as gotas de precaução, mas também não exagere, pois uma pessoa divertida tem de ter imaginação e não pode estar sempre de «pé atrás».   
 
Joaquim
Texto com alterações mínimas

Ano Novo, ritmo novo


Ano novo, todo o povo,

Seis dias após o Natal.

Para uns bem complicado,

Devido ao estado nacional.

Uns levam roupa azul,

E dinheiro na carteira,

Existem os crentes,

Que também saltam da cadeira

 

Para muitos uma história,

Recordam na memória.

De quando deitavam fora,

Agora vivem sem glória.

Realidade é dura,

Tristemente pura,

Aproveita enquanto dura,

Depois, tudo o tempo cura.

 

Mas devemo-nos afastar,

De todo o mau pensamento.

Que só fiquem coisas boas,

Outras voam com o vento.

O que eu quero é família,

Uma roda de improviso

E sair todas as manhãs

De casa com um sorriso.

 
Arnaldo (aliás, Bird)

Ano novo... com empréstimos


Receita de Ano Novo
 
 
 
Lista de ingredientes:


-12 meses de saúde
-4 meses de descanso
-1 boa dose de amigos
-1/2 litro de gadgets tecnológicos
-humor qb.



Modo de preparação:
 
 No seu dia-a-dia misture os ingredientes base de modo a obter um estilo de vida saudável. Incorpore 1 boa noite de sono de cada vez e continue misturando com dias bem passados com os amigos. Por último, adicione 1 gadget de cada vez, em vez do multitask habitual. Isto dará maior consistência às suas capacidades. Ligue o seu ambiente familiar a uma temperatura moderada e deixe correr durante 12 meses.
Sirva com graça e salpicado de humor.


Diogo

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Tudo depende de ti

Para teres um bom e próspero Ano Novo podes fazer uma festa, beber champanhe e pedir desejos, tal como manda a tradição. Muitas pessoas fazem-no para comemorar o fim do ano e o começo de um ano novo.
No início do ano, podes propor-te a desafios, tais como: parar de fumar, começar a fazer uma dieta, começar a ir ao ginásio, emagrecer, tirar melhores notas nos testes... etc.
Por isso, se tiveres objetivos como estes, para o próximo ano, só precisas de te esforçar para os alcançares.
Portanto, só tens um bom Ano Novo se quiseres, pois tudo isto depende de ti.
 
Beatriz

Receita para um ótimo Ano Novo



Quando o ano acaba, pensamos sempre nos aspetos positivos e negativos, pensando em melhorar no ano seguinte. Nos minutos finais, antes da entrada do "Ano Novo", damos por nós a realizar certos rituais, como comer as 12 passas, entrar com o pé direito, etc., que achamos fundamentais para que o ano corra como o desejado.
No entanto, são precisos mais requisitos para que esse novo ano seja próspero. Os ingredientes são o trabalho, a vontade, o desejo, a felicidade, o amor e o menos importante: a sorte.
Se juntarmos o desejo com uma "pitada" de sorte, obtemos as entradas, recheadas com esperança. Para prato principal, "bate-se" a vontade com o trabalho e "grelha-se" o amor. A sobremesa será felicidade com aroma a vitória.
Para finalizar, um ótimo ano novo só depende de nós, nunca dependerá de uma mísera superstição.

Teresa
Teto sujeito a ligeiras alterações

Receita para o Ano Novo


RECEITA PARA O ANO NOVO

Ingredientes:

- 1 base de saúde

- 100g de amor

- 50g de paz

- 100ml de amizade

- 1 colher de contrariedade

- 2 colheres de tolerância

- 150g de compreensão e carinho

- trabalho e autoestima q.b.

 

Modo de preparação:

·         Numa tarteira de fundo amovível, coloque a base de saúde. Leve ao lume a compreensão e o carinho, deixe ferver e reserve.

·         Numa tigela coloque o amor e a paz. Junte a amizade e bata tudo muito bem. Acrescente a colher de contrariedade e envolva-a muito bem.

·         De seguida, vá juntando o primeiro preparado à massa anterior, continuando sempre a bater. Leve a lume brando até espessar, sem nunca parar de mexer e envolva tudo com tolerância.

·         Posteriormente, deite o preparado sobre a massa já cozida e enfeite com gomos de autoestima.

·         Depois de cozida, polvilhe a tarte com trabalho.

·         Servir com alegria e, de preferência, partilhada.

 
Mariana

Receita para um Bom Ano Novo

 

Para fazer a receita

É necessário suor e dedicação,

Mas para que saia perfeita

É preciso um ano de preparação.

 

Os ingredientes não se encontram

Em qualquer instalação,

Pois tem de os procurar

No fundo do seu coração.

 

Se os seus sonhos

Pretende realizar,

Durante todo o ano

Vai ter de trabalhar.

 

Se acreditar num ano de mudança

E também cheio de magia

Junte um pouco de esperança,

E uma pitada de alegria.

 

E para que um bom ano ganhe

Misture paz e amor,

Sirva com passas e champanhe,

E saboreie o seu sabor.

 

Para fazer esta receita

Não precisa de ser cozinheiro,

Ela ficará sempre bem feita,

Mesmo com pouco dinheiro.

 

 
Carlota